sexta-feira, 19 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
Operação Irregular e Discriminatória Despeja Família Indígena em Niterói
Foto: Blog da Alessandra Amato
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Mestre Paulão Kikongo
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Marcadores: cidades, discriminação, índios, meio-ambiente, Niterói
Notícias Relacionadasquinta-feira, 8 de outubro de 2009
São Gonçalo realiza conferência de Cultura
Na ocasião, ao término da conferência, será realizada a eleição para o Conselho Municipal de Cultura, para um mandato de 2 anos.
Você que trabalha com cultura, que ama o que faz, que quer mudanças concretas na cultura de sua cidade, não pode ficar de fora.
Mobilize toda a comunidade e vá dar a sua contribuição.
Serviço:
IV CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA
Local: Faculdade de Formação de Professores - UERJ
Rua Dr. Francisco Portela, 1470
Bairro: Paraíso
Data: 29 a 31 de outubro de 2009
Horários: 29/10 às 18 horas e 30 e 31/10 das 08 às 17 horas.
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Mestre Paulão Kikongo
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Notícias Relacionadasterça-feira, 22 de setembro de 2009
Pré Sal será debatido na ALERJ
Jornalista da PMCA
Os impactos do novo marco regulatório do Pré-Sal para o desenvolvimento do Rio de Janeiro são o tema da audiência pública que o Fórum de Desenvolvimento do Rio realiza na segunda-feira (28/09), na Assembléia Legislativa (Alerj), com a presença de líderes políticos, parlamentares, empresários e acadêmicos das principais universidades e centros de pesquisa fluminenses.
O encontro tem como objetivo defender a manutenção do pagamento dos royalties do petróleo aos estados e municípios produtores e avaliar as implicações que a regulamentação apresentada pelo Governo federal traz para a economia, para as finanças e para as políticas públicas do estado, principalmente nas áreas de educação, transporte e infraestrutura. O debate vai incluir palestras do secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno, do senador Francisco Dornelles (PP) e do presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras, Fernando Siqueira.
O presidente da Alerj e do Fórum de Desenvolvimento, deputado Jorge Picciani (PMDB), explica que o debate é antes de tudo um ato em defesa do estado. “É importante garantir que o Rio de Janeiro continue a receber esses recursos”, afirma Picciani, que defenda a importância de o Parlamento e a sociedade fluminenses darem um passo além e começarem imediatamente a planejar o desenvolvimento da economia do petróleo. “Precisamos compartilhar com a nossa população as riquezas que serão geradas pela exploração do petróleo no pré-sal montando uma base industrial para atender à enorme demanda que será gerada, capacitando mão-de-obra e investindo fortemente em inovação tecnológica. E o nosso estado é o que reúne as melhores condições para isso”, afirma o deputado.
Atualmente o Rio de Janeiro detém 85% das reservas brasileiras e responde por mais de 80% das atividades de produção e exploração de petróleo e gás natural, concentrando as empresas de exploração, produção e refino. Além disso, estão sediados aqui os mais importantes centros de pesquisa e desenvolvimento do setor, como o Cenpes (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Leopoldo Americo Miguez de Mello), da Petrobras, o Centro de Tecnologia da UFRJ, Uerj, Cefet, dentre outros, e as principais entidades do setor, como o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), a Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANP) e a Organização Nacional da Indústria de Petróleo (Onip).
As reservas brasileiras atuais são de 14 bilhões de barris. Somadas aos 16 milhões de barris estimados para o Pré-Sal, as reservas brasileiras mais que duplicam. As oportunidades de negócios são promissoras e tem atraído interesse de empresas em todo o mundo. O grupo francês Schlumberger já assinou contrato para instalar um centro de pesquisa voltado para o Pré-Sal junto ao Parque Tecnológico da UFRJ. “É por causa de toda essa riqueza que queremos debater o Marco Regulatório com a calma e o cuidado que necessário”, completa Picciani.
O trabalho do Fórum de Desenvolvimento
Em setembro de 2008 foi realizado o debate “Petróleo e Desenvolvimento”, em que os parlamentares e empresários reafirmaram o compromisso em defesa da manutenção da atual regra de repartição dos royalties do petróleo. Já em abril deste ano foi a vez de o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, fazer uma palestra no Plenário Barbosa Lima Sobrinho sobre os novos investimentos da empresa. Só a construção do Complexo Petroquímico (Comperj), em Itaboraí, deve gerar 43 mil empregos nos próximos quatro anos.
SERVIÇO:
Debate: O Rio de Janeiro e o Pré-Sal – Impactos do novo marco regulatório
Data: 28 de setembro
Horário: 9h30
Local: Plenário Barbosa Lima Sobrinho.
Mais informações: (21) 2588-1352
O debate é gratuito e aberto ao público
Saiba mais sobre o Fórum de Desenvolvimento do Rio:
www.querodiscutiromeuestado.rj.gov.br
www.twitter.com/forumdesenv
Rafael Alves Pereira
Assessor de Imprensa - Fórum de Desenvolvimento do Rio
+55 21 2588-1145 / 8740-6466
ralves@alerj.rj.gov.br
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Mestre Paulão Kikongo
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quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Terraplanagem do Comperj está 42% concluída
A Petrobras esclarece, em função de matérias veiculadas pela imprensa, que não há superfaturamento na obra do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Cerca de 42% das obras de terraplanagem estão concluídas e relatório inicial do Tribunal de Contas da União (TCU), após minuciosa análise da sua área técnica sobre o tema, afirmou que a proposta contratada era vantajosa para a Petrobras, pois detinha um desconto significativo em seu valor global.
Portanto, o contrato celebrado é vantajoso para a Petrobras, ao contrário do que vem sendo veiculado pela imprensa. Apenas a parte referente ao regime de trabalho sob chuvas é que está sendo esclarecida através das reuniões técnicas.
Na quinta-feira, dia 20/8, foi realizada em Brasília uma reunião no TCU em que a Petrobras detalhou todo o procedimento para ressarcimento de custos em função de chuvas, esclarecendo várias dúvidas dos membros do Tribunal. Ficou estabelecido que as razões expostas serão encaminhadas formalmente para o Tribunal.
Outro ponto que merece esclarecimento é sobre a afirmação veiculada de que o método adotado para a obra "é totalmente antieconômico e representa sérios riscos de danos ao erário". A metodologia adotada busca ressarcir somente os custos relacionados à ocorrência de chuvas e suas conseqüências e atende a uma determinação do TCU feita em Acórdão de 2006, que buscou disciplinar o ressarcimento destes custos.
As informações que estão sendo veiculadas pela imprensa constam de um relatório preliminar do TCU que ainda está sendo examinado pelo tribunal. A Petrobras ainda está prestando esclarecimentos. O TCU reconhece que os ressarcimentos de custos para os equipamentos à disposição na obra foram feitos em valores inferiores a seus custos produtivos. Ou seja, são menores, e não maiores como veiculado.
Os preços referenciais adotados pelo TCU baseados no Sistema de Custos Rodoviários - Sicro, utilizado pelo DNIT, não contemplam chuvas e suas conseqüências. O próprio manual do Sicro prevê que eventuais ajustes aos preços de referência podem ser feitos para refletir as reais condições de execução dos serviços. Dessa forma, é preciso considerar que na ocorrência de chuvas, os equipamentos ficam impedidos de realizar os serviços até que seja possível a retomada da obra (quando são executados serviços para acelerar a drenagem, recuperação de vias de acesso, etc.).
Portanto, o custo destes equipamentos, que permanecem à disposição da obra enquanto aguardam condições climáticas mais favoráveis ao retorno ao trabalho, continua a existir.
O Comperj processará 150 mil barris diários de petróleo em 2012, gerando uma economia para o País de mais de US$ 2 bilhões por ano em divisas, por meio da redução da importação de derivados e de produtos petroquímicos.
Fonte: Agência Petrobrás de Notícias



