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quinta-feira, 12 de abril de 2012

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Inscrições para cursos gratuitos em petróleo e gás Prominp são prorrogadas


Raquel Lima, ex-aluna
Foi prorrogado até às 23:59h do próximo domingo, 15 de abril, as inscrições do processo de seleção pública que o Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural) realiza com o objetivo de qualificar mão-de-obra para atender as demandas futuras da indústria nacional de petróleo e gás. São oferecidas 11.671 vagas, em 14 estados, para cursos gratuitos em categorias profissionais de níveis básico, médio, técnico e superior. 

Os estados contemplados no quadro de vagas são: Amazonas (562), Bahia (920), Ceará (212), Espírito Santo (387), Maranhão (130), Minas Gerais (180), Mato Grosso do Sul (708), Pernambuco (384), Rio de Janeiro (4602), Rio Grande do Norte (485), Rio Grande do Sul (1192), Santa Catarina (524), Sergipe (364) e São Paulo (1021). Os candidatos interessados nos cursos do Prominp podem consultar a relação candidato-vaga em processos seletivos anteriores no site do Programa (http://www.prominp.com.br).

As vagas estão assim distribuídas: 7335 para cursos gratuitos de nível básico; 4336 para os de nível médio/técnico, e 630 para as categorias de nível superior. Em categorias específicas dos níveis médio, técnico e superior, há oferta de 63 vagas para portadores de necessidades especiais. 
Informações gerais
A inscrição para o processo seletivo é feita, obrigatoriamente, no site http://www.prominp.com.br. O candidato tem a opção de fazê-la diretamente, ou de utilizar o atendimento de um dos postos credenciados em sua respectiva região, que estão listados no edital. Para os cursos de nível básico, a inscrição custa R$ 25,00; nos níveis médio e técnico, R$ 42,00; e para as categorias de nível superior, o valor será de R$ 63,00. 

Para concorrer a uma das vagas oferecidas, o candidato deve ter idade igual ou superior a 18 anos, além de preencher os pré-requisitos do curso desejado. Os candidatos aprovados que estiverem desempregados durante o curso receberão uma bolsa auxílio mensal no valor de R$ 300 (cursos de nível básico), R$ 600 (níveis médio e técnico) e R$ 900 (nível superior).
A participação nos cursos não garante emprego aos alunos. O objetivo é melhorar a qualificação dos profissionais que serão, eventualmente, aproveitados pelas empresas privadas fornecedoras de bens e serviços do setor de petróleo e gás natural.

Todas as informações sobre os cursos oferecidos nesta etapa de seleção podem ser obtidas no edital, que está disponível para consulta e download nos sites do Prominp (http://www.prominp.com.br) e da Cesgranrio (http://www.cesgranrio.org.br/inicial.html). Dúvidas sobre o edital de seleção podem ser tiradas pelo telefone 0800 701 2028 ou pela seção Fale Conosco, no site do Prominp.

Com informações da Gerência de Imprensa da Petrobrás
Foto: Agência Petrobrás

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domingo, 2 de maio de 2010

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Petrobrás assina contrato para o COMPERJ


No úlitmo dia 28 de abril a Petrobrás, através de sua subsidiária integral Comperj Participações S.A, assinou contrato com a SMU Energia e Serviços de Utilidades Ltda, para a criação de uma nova empresa, que terá a denominação de Companhia de Desenvolvimento de Plantas de utilidades - CDPU, que terá entre seus objetivos analisar a execução do projeto Central de Utilidades do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro - Comperj.

Esta nova empresa terá 20% de participação da Comperj Participações S.A. e 80% da SMU, empresa brasileira com participação da Sembcorp Utilities PTE Ltd (Cingapura), através de sua subsidiária integral Sembcorp Utilities (BVI) Pte ltd, Mitsui & Co. Ltd. (Japão) e Utilitas Participações S.A. (Brasil)

Segundo a Petrobrás, o projeto da Central de Utilidades compreenderá as unidades de fornecimento de energia elétrica, fornecimento de vapor, tratamento de água e afluentes e fornecimento de hidrogênio para o Comperj.

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terça-feira, 28 de julho de 2009

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Petrobras fecha acordo com consórcio para obras no Comperj

Após negociações desde a semana passada sobre as obras de terraplenagem do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro - Comperj, a Petrobras informa que fechou hoje acordo com o consórcio CTC ( formado pelas construtoras Andrade Gutierrez, Norberto Odebrecht e Queiroz Galvão) celebrando um aditivo de prazo por mais 60 dias para que as obras sejam retomadas plenamente com os cerca de 3.700 trabalhadores envolvidos no empreendimento.


Com esta medida a Petrobras garante a continuidade das obras até que um novo acordo seja firmado na busca de uma solução que atenda os interesses de ambas as partes.


Desde a semana passada, a Petrobras vem esclarecendo que em virtude de o volume de chuvas nos últimos meses ter sido muito maior do que a média histórica na região de Itaboraí, no Rio de Janeiro, a verba prevista dentro do contrato para cobrir os gastos com as paralisações durante as chuvas havia se esgotado.


A Petrobras também esclareceu que a paralisação parcial das obras não tinha nenhuma relação com um possível questionamento do Tribunal de Contas da União - TCU sobre o valor pago ao consórcio de construtoras.


Serão investidos US$8,4 bilhões no Comperj e gerados 200 mil empregos diretos e indiretos durante os cinco anos da obra e após a entrada em operação, todos em escala nacional. Para atender a essa demanda, a Petrobras, em parceria com as prefeituras, vai capacitar cerca de 30 mil profissionais da região.


A operação do complexo está prevista para 2012 e vai transformar o perfil sócio-econômico de sua região de influência. Com capacidade para processar 150 mil barris diários de petróleo, o empreendimento vai gerar uma economia para o País de mais de US$ 2 bilhões por ano em divisas, por meio da redução da importação de derivados e de produtos petroquímicos.


Fonte: Agência Petrobrás de Notícias


Fonte da imagem: Agenda 21 Guapimirim

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sexta-feira, 24 de julho de 2009

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Chuvas prejudicam obras do Comperj

Por causa dos atrasos nas obras de terraplenagem do COMPERJ (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro), a Petrobrás esclarece que por causa do volume das chuvas ocorridas nos últimos meses terem sido maior do que a média histórica ocorrida na região de Itaboraí, a verba prevista pelo contrato para cobrir gastos com as paralisações por causa das chuvas se esgotou.


Segundo a Petrobrás, esta paralisação parcial das obras não tem nada a ver com o questionamento do Tribunal de Contas da União – TCU relativo aos preços pagos as empreiteiras. Segundo o próprio TCU o preço dos serviços de terraplenagem é vantajoso para a Petrobrás se comparado aos preços de referência do tribunal baseados na construção de rodovias.


Está sendo negociado pela Petrobrás um aditivo ao contrato atual com o Consórcio Terraplenagem Comperj - CTC, formado pelas empresas Andrade Gutierrez, Norberto Odebrecht e Queiroz Galvão e sobre a cláusula de remuneração para o período de chuvas com o TCU para que a continuação das obras não seja prejudicada.


Estão trabalhando atualmente nas obras do Comperj 3.700 pessoas e são utilizados cerca de 800 equipamentos de porte como tratores, retroescavadeiras e caminhões.


Fonte: Agência Petrobrás de Notícias


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quinta-feira, 11 de junho de 2009

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População da região do conleste sofre com descaso de empresa


Moradores dos municípios de Magé e Guapimirim, que integram o Conleste, sofrem com o descaso da empresa de ônibus Rio de Janeiro, única a fazer a linha, juntamente com a Rio Minho (ambas dos mesmos donos) ligando estas cidades à Niterói.
Ônibus velhos, muitas das vezes enguiçando no meio do caminho; nunca sabemos quais os horários certos que o ônibus passa, muitas das vezes leva de 30 a 40 minutos entre um ônibus e outro e quando aparecem, só os ditos frescões (com a passagem mais cara), mais que na verdade são quentões.
A população não sabe a quem recorrer, já que parece que o órgão responsável pela fiscalização dos ônibus interestaduais nunca aparece aqui na região. O Governo do Estado precisa tomar uma providência urgente para que está situação não continue a acontecer.
Nós, moradores e moradoras aqui da região esperamos providências das autoridades com urgência.
Ainda está sendo construído o Pólo Petroquímico do Rio de Janeiro, imagina quando as 220.000 vagas de empregos que serão geradas na região estiverem todas preenchidas, será o caos total.

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quarta-feira, 13 de maio de 2009

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Licenciamento ambiental do Comperj está de acordo com a legislação

A Petrobrás se pronunciou nesta quarta-feira, 13 de maio, esclarecendo que o licenciamento ambiental do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro - COMPERJ, em Itaboraí está de acordo com a legislação ambiental, e que não existem irregularidades no processo.
Segundo a Petrobrás, os estudos ambientais foram analizados pelos órgãos competentes das esferas Estadual e Federal, as integrantes do SISNAMA (Sistema Nacional de Meio Ambiente) que procederam a análise do EIA/RIMA e concluíram pela viabilidade ambiental do empreendimento.
A Petrobrás informa que não recebeu nenhum comunicado oficial sobre uma liminar na Justiça Federal de Itaboraí com relação ao COMPERJ e que por isso não tem condições de comentar o teor desta decisão.

Fonte: Agencia Petrobras de Notícias
Foto: Steferson Faria

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terça-feira, 12 de maio de 2009

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Continuam abertas as inscrições para o Prêmio de Boas Práticas para os municípios do CONLESTE

Como arte da estrutura do Projeto "A Observação Internacional dos Impactos do COMPERJ sobre os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio nos municípios do CONLESTE, encontram-se abertas até o dia 30 de junho de 2009 as inscrições para o Prêmio de Boas Práticas. Este projeto se insere na Missão do Centro de Informações do COMPERJ de contribuir para o desenvolvimento sustentável da região.

O Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT), em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF), o Centro de Informações do COMPERJ e o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento do Leste Fluminense (CONLESTE), convidam os representantes da sociedade civil, o setor privado e os poderes públicos dos onze municípios do CONLESTE (Cachoeiras de Macacu, Casimiro de Abreu, Itaboraí, Guapimirim, Maricá, Magé, Niterói, Rio Bonito, São Gonçalo, Tanguá e Silva Jardim) a participar do Prêmio de Boas Práticas de Desenvolvimento Sustentável na Região do CONLESTE".

objetivo deste Prêmio é identificar, promover e divulgar experiências desenvolvidas nos municípios da região do CONLESTE que promovam a melhoria das condições de vida da população por meio de projetos que demonstrem um impacto sustentável. As Boas Práticas são definidas pelas Nações Unidas e pela comunidade internacional como iniciativas bem-sucedidas que:

- apresentam impacto visível e tangível na melhoria da qualidade de vida das populações;

- representam o resultado de parceria efetiva entre os setores público, privado e as organizações da sociedade civil;

- são sustentáveis em termo sociais, culturais, econômicos e ambientais.

As Boas Práticas são utilizadas pela comunidade internacional como meio de:

- incentivar as políticas públicas, com base no que realmente funciona;

- conscientizar os tomadores de decisão de todos os níveis, bem como a população em geral, quanto à formulação de políticas e a busca por soluções potenciais para problemas comuns de ordem social, econômica e ambiental;

- compartilhar e transferir tecnologia, expertise e experiência através de rede de intercâmbio e aprendizado entre os participantes/beneficiários das boas práticas.

Para obter maiores informaçôes, entre em contato com Fernanda Aranha através do e-mail: aranha@habitat-lac.org


Fonte: Onu Habitat



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domingo, 29 de março de 2009

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“Prêmio de Boas Práticas de Desenvolvimento Sustentável na Região do CONLESTE”

O Centro de Informações do COMPERJ, em parceria com o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (UN-HABITAT) e a Universidade Federal Fluminense, e com apoio do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento do Leste Fluminense (CONLESTE) convidam os representantes da sociedade civil e os poderes públicos dos onze municípios do CONLESTE (Cachoeiras de Macacu, Casimiro de Abreu, Itaboraí, Guapimirim, Maricá, Magé, Niterói, Rio Bonito, São Gonçalo, Tanguá e Silva Jardim) a participar do “Prêmio de Boas Práticas de Desenvolvimento Sustentável na Região do CONLESTE”

O objetivo do Prêmio é identificar, promover e divulgar experiências desenvolvidas na região do CONLESTE que promovam melhoria das condições de vida da população, por meio de projetos que demonstrem um impacto sustentável a nível cultural, social, econômico e ambiental. As práticas apresentadas deverão ter realizado ou estar promovendo ações em uma ou mais das seguintes áreas abrangidas pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs) da ONU: Erradicação da Pobreza; Desenvolvimento Econômico; Serviços Sociais; Gestão Ambiental; Infra-estrutura; Comunicações e Transporte; Habitação; Gestão do Solo; Governança Urbana; Desastres e Emergências; Padrões de Produção e Consumo; Planejamento Urbano e Regional; Tecnologia; Instrumentos e Métodos; Infância e Juventude; Arquitetura e Projetos Urbanos; Terceira Idade; Utilização da Informação na Tomada de Decisões; Água e Saneamento; Direitos Humanos e HIV – AIDS.

Podem concorrer ao Prêmio de Boas Práticas ações promovidas por organizações governamentais, agências bilaterais de cooperação, autoridades locais e/ou suas associações, organizações não-governamentais (ONGs), organizações de base comunitária (OBCs), setor privado, instituições acadêmicas e de pesquisa, meios de comunicação, fundações públicas ou privadas, ou ainda pessoa física que apresente uma experiência que atenda aos critérios do concurso.

As parcerias entre diferentes atores presentes na região são particularmente valorizadas.

O programa completo e o roteiro de inscrição estão disponiveis no endereço: www.unhabitat-rolac.org ou informações pelo telefone: (21) 2629-5982.

Enviado via e-mail por: Alexandre Valentim

Secretaria de Cultura e Turismo de São Gonçalo

Assessor Assuntos Institucionais

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sábado, 14 de fevereiro de 2009

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AUSÊNCIA DO PREFEITO DE NITERÓI NO PLANALTO

Tenho observado com muita preocupação a ausência do prefeito de Niterói senhor Jorge Roberto Silveira nos compromissos de agenda nacional, bem como regional.

Como é de conhecimento de todos, o Governo Federal, através do seu mandatário maior, que é o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tem demonstrado uma preocupação muito grande com a população que vive em vulnerabilidade social nos grandes centros urbanos, em especial nos Estados e  Municípios onde os indicadores apontam um grande índice de violência urbana.

Niterói por estar dentro deste índice, foi contemplado com o PAC, (PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO), PRONASCI(PROGRAMA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA COM CIDADANIA). No momento em que o presidente da República Luiz Inácio Lula  da Silva convida os 3,5  recém eleitos Prefeitos dos Municípios para discutirem e apresentarem propostas que atendam as demandas de seus munícipes, o Prefeito de Niterói, senhor Jorge Roberto Silveira não comparece. Manda seu Secretário Institucional. Politicamente esta posição não é o que espera os eleitores que votaram no prefeito. Esperamos do Prefeito, um homem pronto para o diálogo, independentemente das siglas partidárias e das questões ideológicas.

Se o mandatário maior do pais convida o Prefeito para uma reunião, onde o ponto de pauta é a interação entre a União e o Município, e o representante legal do Executivo Municipal manda um subalterno, acredito que estamos diante de um fato que requer uma reflexão e avaliação, não só por parte do Prefeito, mas também da sociedade civil Niteróiense.

Um outro compromisso que o Prefeito de Niterói, senhor Jorge Roberto Silveira não compareceu, foi a reunião dos Prefeitos do Eixo Leste Fluminense, por conta do  Consórcio do Desenvolvimento Leste (CONLESTE), onde o ponto de pauta seria os problemas apresentados pelas últimas enchentes, que abalaram os Municípios, bem como os de infra-estrutura.

Se os senhores não sabem o CONLESTE foi uma demanda deliberada e aprovada na Conferência das Cidades em 2003, consolidada posteriormente em 2006 aproximadamente. Onde seu objetivo principal era unir os Municípios para buscarem soluções consorciadas dos problemas de infra estruturas, tais como: Resíduo Sólidos, Pólo Petroquimico, Indústria Naval, Pesqueira e outros.

O CONLESTE foi implantado na Universidade Salgado de Oliveira, Niterói, onde o Prefeito de Itaborai Cosme Salles, foi indicado para presidi-lo.

Como eu Sebastião da Silva (Tião Cidadão) estava Delegado Estadual desta Conferência, me sinto no dever de esclarecer aos senhores.

Atualmente sou Conselheiro do Orçamento Participativo de Niterói, mas devido as exonerações na pasta, e a indefinição desta Secretaria bem com a de Direitos Humanos, já estou perdendo a identidade de Conselheiro, mas nunca de Controlador Social.

A FAVELA É UM ENIGMA.
E EU SOU PARTE DELA.
TIÃO CIDADÃO.
FONE:95112655

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Divulgando

PROJETO APECs/ COMPERJ-NITERÓI RJ‏

C O N V I T E

Apresentação da Proposta APECs – Audiências Públicas Educativas Comunitárias, nas Comunidades da Região de expansão do

Parque Industrial da Petrobras

Prezados Companheiros (as), estou convidando os nossos (as) Lideres Comunitários ou Políticos que residem na Região onde se localizam os municípios que serão impactados pela Implantação do COMPERJ – Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, a estarem presentes em Itaboraí. Esta ação é de integração comunitária de todas as Organizações Sociais e Suprapartidárias (todos os partidos políticos) estão convidados.

O objetivo desta reunião é fazer a apresentação em telão do Projeto das APECs – Audiências Públicas Educativas Comunitárias, que estará em breve sendo realizada nos 16 municípios que sofrem influência da expansão do Parque Industrial da Petrobras: Casimiro de Abreu, Cachoeiras de Macacu, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Magé, Maricá, Niterói, Nova Friburgo, Rio Bonito, Rio de Janeiro, Saquarema, São Gonçalo, Silva Jardim, Tanguá e Teresópolis.

As Comunidades e os Chefes dos três Poderes nos Municípios - Executivo, Legislativo e Judiciário- já estão sendo informados desta proposta que darão visibilidade as políticas públicas estruturantes na região do COMPERJ, colocando-a ao alcance de todos.

APECs – Audiências Públicas Educativas Comunitárias é uma metodologia de qualificação da informação comunitária, que capacitará todos independente do nível de escolaridade, a compreender a importância da região ser estruturada para conceber este GIGANTE EMPREENDIMENTO DA PETROBRAS/COMPERJ

“APECs- é a busca do equilíbrio entre o SOCIAL, AMBIENTAL e o ECONÔMICO para oDesenvolvimento Sustentável Estável.

Defendemos que o desenvolvimento da Petrobras / COMPERJ no Intramuros (dentro do terreno da Petrobras), tenha a mesma desenvoltura para o tratamento das Políticas Públicas Extra-muro Petrobras / COMPERJ (relação da Petrobras no atendimento as Comunidades da Região vizinha do COMPERJ). Estamos falando do planejamento Socioambiental, Econômico e Institucional, em Qualidade de vida Regional.

Evento:

Dia: 28 de Fevereiro de 2009 (Sábado). Horário - das 9:30 às 13:00 h.

Local – CEVI - Colégio Educacional Visconde de Itaboraí.

Rua: Promotor Ciro Olimpio da Mata s/nº Centro de Itaboraí.

OBS: Faz-se necessário que o CONCRECOMPERJ – Conselho Comunitário Regional do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, se organize nos municípios para estar integrado a este projeto que provavelmente se tornará um Programa Regional.

Agradeço a atenção de todos.

Atenciosamente

*Nilson Viana Cesário

Autor e Coordenador do Projeto APECs.

*Ex. Presidente do Sindicato dos Petroleiros de Duque de Caxias.

*Ex- Diretor e Membro Fundador da FUP – Federação Única dos Petroleiros

*Autor do Proj. Voluntário de criação do Comitê Petrobras Fome Zero em Apoio ao Governo Federal

*Autor do Projeto Voluntário de criação do CONCRECOMPERJ.

Tel. 021 – 97068650 – cesarionilson@ hotmail.com

Enviado por: TIÃO CIDADÃO

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

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Petrobras constitui as empresas do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro - Comperj

Publicada em 5/2/2009 13:28:01

A Petrobras, em prosseguimento à implementação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro - Comperj, constituiu, hoje (05/02), seis (6) sociedades anônimas, no Rio de Janeiro, subsidiárias integrais, a saber:

- Comperj Participações S.A.: Sociedade de Propósito Específico, que deterá as participações da Petrobras nas sociedades produtoras do Comperj;

- Comperj Petroquímicos Básicos S.A.: Sociedade produtora de Petroquímicos Básicos;
- Comperj PET S.A.: Sociedade produtora de PTA/PET;

- Comperj Estirênicos S.A.: Sociedade produtora de Estireno;

- Comperj MEG S.A.: Sociedade produtora de Etileno Glicol e Óxido de Eteno e

- Comperj Poliolefinas S.A.: Sociedade produtora de Poliolefinas (PP/PE).

Em um primeiro momento, a Petrobras deterá 100% do capital total e votante dessas companhias, quando será feita a implantação do modelo de integração e relacionamento das empresas do Comperj. Esse modelo busca capturar as sinergias decorrentes da localização de várias companhias em um mesmo site de produção. Os bens, obrigações e direitos relativos ao Comperj serão oportunamente transferidos pela Petrobras para essas sociedades. 

Com a constituição dessas empresas, a Petrobras inicia a fase de preparação do Projeto para a entrada de potenciais sócios.

O COMPERJ

O Comperj, maior empreendimento individual da história da Petrobras, processará 150.000 barris por dia de petróleo pesado proveniente da Bacia de Campos, resultando na produção de diversos produtos petroquímicos de segunda geração, como Polietilenos, Polipropileno, PTA, PET, Etilenoglicol e Estireno. Secundariamente, a sua Unidade de Petroquímicos Básicos produzirá coque, enxofre, nafta pesada e benzeno, dentre outros insumos petroquímicos, além de óleo diesel.

A partida do Comperj está prevista para 2012 e durante a sua construção serão gerados, no Brasil,  mais de 200 mil empregos diretos, indiretos e por efeito renda. No momento, estão em andamento as obras de terraplenagem, que deverão estar concluídas em dezembro de 2009.

A implantação do Comperj está alinhada com o objetivo estratégico da Companhia de aumentar a produção de petroquímicos básicos e de atuar em petroquímica de forma integrada com os demais negócios do Sistema Petrobras, adicionando valor ao petróleo nacional e atendendo à crescente demanda doméstica por produtos petroquímicos. O Comperj irá contribuir para a cadeia de valor da Petrobras através da:

  • Expansão do mercado doméstico de petroquímicos;
  • Utilização do petróleo da Bacia de Campos como matéria-prima;
  • Captura de sinergias de estruturas existentes na região;
  • Melhora na balança comercial na cadeia de petróleo, derivados e petroquímicos.

Fonte: AGÊNCIA PETROBRAS DE NOTÍCIAS

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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

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Inauguração do Centro de Integração do Comperj - 21 de Janeiro

DSC_8435 O diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa (foto), e a prefeita de São Gonçalo, Aparecida Panisset, participam amanhã, quarta-feira (21), às 10h, da inauguração do Centro de Integração do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em São Gonçalo (RJ).

Centro de Integração do Comperj

O Centro de Integração faz parte do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), e visa qualificar e capacitar mão de obra local. Estima-se que durante os cinco anos da obra e após a entrada em operação, o Comperj irá gerar mais de 200 mil empregos diretos, indiretos e por efeito-renda, todos em escala nacional. O objetivo do centro é capacitar cerca de 30 mil profissionais, na região de influência do Complexo Petroquímico, em 60 modalidades de cursos gratuitos.

Serviço:
Data: 21 de janeiro de 2009 (quarta-feira)
Hora: 10h
Local: Centro de Integração do Comperj (Av. Presidente Kennedy, 765, Estrela do Norte, São Gonçalo)
Referência: ao lado do Sesc de São Gonçalo

Fonte: Agência Petrobrás de Notícias

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

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Deputados visitam obras do Complexo Petroquímico em Itaboraí

4/12/2008

O presidente da Comissão Especial do PAC da Assembléia Legislativa do Rio, deputado Rodrigo Neves (PT), visitou nesta terça-feira (02/12) o canteiro de obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, que começaram em abril deste ano e estão empregando mais de duas mil pessoas. Ele estava acompanhado de mais três deputados: Audir Santana (PSC), Tucalo (PSC) e Altineu Côrtes (PT). A Petrobras recebeu a comitiva, apresentou o cronograma da obra e reafirmou a previsão do início das operações para 2012. O Comperj será construído numa área de 45 milhões de metros quadrados localizada no município de Itaboraí (região Metropolitana), com investimentos previstos em torno de US$ 8,38 bilhões.

A Petrobras está realizando neste momento a primeira etapa da obra – a terraplanagem – que está prevista para terminar entre setembro e dezembro de 2009. Apenas para a obra de terraplanagem estão sendo utilizados 55 milhões de metros cúbicos de areia – o equivalente a seis Maracanãs. O deputado Rodrigo Neves (PT) falou da sua preocupação com a utilização de mão-de-obra local: "Este é o maior investimento da Petrobras no Estado do Rio, e ele é muito importante para a geração de empregos na região". A Petrobras informou que 60% dos empregados nesta etapa da obra são das cidades de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e região. O gerente geral do Comperj, Egydio Bega, ressaltou a importância da atuação dos deputados para o cumprimento dos prazos e o bom andamento das obras. "O respaldo do Legislativo é importante para o bom andamento dos licenciamentos, desapropriações e para o cumprimento de todo o planejamento da obra".

Durante a visita, os deputados foram apresentados ao projeto Criando o Futuro, que está qualificando 200 mulheres da região em aulas de viverismo e artesanato. E ainda puderam conhecer a estufa, berço do corredor ecológico que contará com o plantio de quatro milhões de árvores. Na estufa estão sendo cultivadas cerca de 2.500 mudas de plantas da Mata Atlântica. Por último, os deputados também conheceram as ruínas do Convento São Boaventura, de 1670. As ruínas foram tombadas pelo Inepac e Iphan e a Petrobras já começou a executar o trabalho de restauro.

Fonte: Diretoria de Comunicação Social da Alerj.

          Portal do Meio Ambiente

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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

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Petrobras abre 208 vagas

CONCURSO
Petrobras abre 208 vagas

Oportunidades são para candidatos de nível médio e nível superior.
Salários chegam a R$ 5.273,23
A Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) abre processo seletivo público para preenchimento de 208 vagas para candidatos de nível médio e de nível superior. O responsável pela realização do concurso será o Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB). Os salários oferecidos variam entre R$ 2.019,01 e R$ 4.798,64.

Para os candidatos com nível superior, as vagas são para os cargos de Engenheiro de Equipamentos Júnior – Mecânica, Engenheiro de Petróleo Júnior, Engenheiro de Processamento Júnior e Geofísico Júnior – Geologia. Já para quem possui nível médio, as vagas são para os cargos de Técnico de Perfuração e Poços Júnior e Técnico de Projeto, Construção e Montagem Júnior, nas áreas de Edificações, Elétrica, Instrumentação e Mecânica.

As inscrições poderão ser feitas entre os dias 19 e 26 de novembro, pelo site www.cespe.unb.br/concursos/petrobras2008. As taxas de inscrição são de R$ 53,00 para nível superior e de R$ 36,00 para nível médio. Os candidatos que não possuírem acesso à internet poderão efetuar a inscrição nos postos listados no edital de abertura.

O processo seletivo público será composto por aplicação de provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório, para todos os cargos, com data de aplicação prevista para o dia 21 de dezembro; e de exame de capacitação física, de caráter eliminatório, somente para o cargo de Técnico de Perfuração e Poços Júnior.

SERVIÇO
Processo: Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobrás)
Cargos: nível médio e superior
Vagas: 208
Inscrições: de 19 a 26 de novembro
Salários: variam entre R$ 2.019,01 e R$ 4.798,64
Provas: 21 de dezembro

CONTATO
Outras informações no site www.cespe.unb.br/concursos/petrobras2008 ou na Central de Atendimento do Cespe/UnB, de segunda a sexta, das 8h às 19h – Campus
Universitário Darcy Ribeiro, Edifício Sede do Cespe/UnB – telefone (61) 3448 0100.

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sábado, 1 de novembro de 2008

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Metalúrgicos fecham rodovia para exigir que obras da Petrobrás fiquem no país

Cerca de cinco mil trabalhadores fecharam em ambos os sentidos, por quase três horas, a Rodovia Rio-Santos, na altura do km 469, em Angra dos Reis. Eles querem que a Petrobrás mantenha as obras da construção de plataformas no país. O protesto foi organizado pelos sindicatos dos metalúrgicos do Rio, Angra e Niterói.

O protesto também foi para denunciar as demissões que vêm ocorrendo. Neste momento, cerca de oito mil trabalham nos estaleiros de Angra, principalmente nas P-51 e P-52, porém a P-51 deve ser finalizada ainda este ano. Com isso, uma parte desses trabalhadores ficarão desempregados, caso nenhuma outra obra seja contratada.

Desde janeiro de 2003, 26 plataformas foram contratadas no exterior, com um custo de mais de 19 bilhões. Segundo o presidente do Sindicato de Angra, Paulo Ignácio, caso essas obras fossem feitas no Brasil, poderiam ser gerados até 40.000 empregos.

Segundo o presidente do Sindimetal/Rio, Alex Santos, “a demanda da construção de novas plataformas e navios é grande no país, sendo o Rio de Janeiro o maior pólo de construção naval do país”.

No começo do mês, a P-51, a primeira plataforma semi-submersível construída integralmente no Brasil, chegou a ser batizada pelo presidente Lula. A unidade conta com o conteúdo local acima de 75% de bens e serviços adquiridos de fornecedores nacionais.

No próximo sábado (1º), os metalúrgicos pretendem ter um encontro com o governador Sérgio Cabral em Angra dos Reis. Eles querem cobrar o apoio de Cabral para manter a construção das plataformas no Brasil.

Denúncia na Câmara dos Deputados

Nesta quarta-feira (29), o deputado federal Edmilson Valentim, que é presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Indústria Marítima, fez um discurso na Câmara dos Deputados registrando o protesto dos trabalhadores. “Há uma preocupação de que haja uma mudança na postura adotada pela Petrobrás durante o governo Lula. Até então, a Petrobrás adotou uma posição mais pró Estado, defendendo os interesses que beneficiam a sociedade brasileira e não apenas o do capital ou de seus acionistas”, disse o parlamentar.

Edmilson disse ainda que “apesar do impacto altamente positivo que a construção em território nacional destas embarcações vem trazendo ao país, a direção da Petrobrás optou por um formato de contratação e licitação que tem beneficiado os grandes estaleiros internacionais. Mais recentemente, a licitação para construção da plataforma P-57 foi vencida pelo estaleiro Single Buoy Mooring (SBM). Segundo informações divulgadas pela empresa, apenas uma parte da construção poderia ser feita no Brasil. Em termos financeiros, significa um pouco mais de US$ 85 milhões investidos aqui, contra US$ 1 bilhão e 300 milhões do custo total da obra”.

Fonte: Alerta Rio

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Plenária contra a privatização do Petróleo e Gás define agenda de atividades até 18 de dezembro

Fonte: Agência Petroleira de Notícias (www.apn.org.br)
Com a participação de inúmeras entidades, a Plenária do Fórum contra a Privatização do Petróleo e Gás avaliou, no último dia 29/10, que a Campanha “O petróleo tem que ser nosso” está entrando em nova fase, onde todos os esforços devem estar dirigidos para a construção de uma grande unidade nacional e a multiplicação dos comitês, nos estados e municípios, que darão um novo fôlego e uma nova dinâmica à campanha.
Nesse sentido, a expectativa é de que o Fórum contra a Privatização do Petróleo e Gás, que desencadeou esse processo de resistência popular, reivindicando o fim dos leilões e a elaboração de uma nova lei do petróleo, transforme-se num Comitê estadual, que integrará um Comitê de abrangência efetivamente nacional.

Hoje já se constituem vários focos de resistência, contra a entrega do nosso petróleo e gás aos oligopólios internacionais, em vários estados brasileiros. A proposta é unir e estruturar nacionalmente todas essas iniciativas. Com esse objetivo, representantes do Fórum instalado no Rio de Janeiro, que opera nas instalações do Sindicato dos Petroleiros, estarão em São Paulo , no próximo dia 17 de novembro, reunindo-se com a direção nacional do MST, Conlutas, CUT, Intersindical, Assembléia Popular, Jubileu Sul, Consulta Popular, Jornal Brasil de Fato, Via Campesina, dentre outras entidades, visando à construção do Comitê nacional.

A defesa da soberania nacional e das riquezas do pré-sal, que devem ser exploradas tendo em vista os interesses do povo brasileiro, é hoje uma bandeira que une os mais diferentes segmentos da população, além de nacionalistas, social-democratas, anarquistas, socialistas e todos aqueles que têm responsabilidade com o presente e o futuro do Brasil. Uma das idéias é articular um movimento semelhante à vitoriosa campanha contra a ALCA – Área de Livre Comércio das Américas, que culminou com um plebiscito popular, envolvendo a participação de escolas, igrejas, associações de moradores, sindicatos,  em que milhões de brasileiros se manifestaram contra a sua criação.

A coordenação provisória do Fórum contra a Privatização do Petróleo e Gás se reunirá na segunda, 3/11, para aprovar um calendário de lutas até a grande atividade que deverá ocorrer no dia 18 de dezembro, em protesto contra a 10ª Rodada de Licitação do Petróleo, promovida pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Fonte: www.apn.org.br

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terça-feira, 28 de outubro de 2008

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Plenária do Fórum Nacional contra Privatização do Petróleo e Gás

Dia: 29/10, às 18h

Local:  Auditório do Sindipetro-RJ (Av. Passos, 34-centro do Rio)

Pauta:
1) Consolidação e Organização do Fórum

2) 10ª Rodada de Leilão, marcada para 18/12/08

Comitês contra a privatização do petróleo e gás começam a se organizar em vários estados e municípios. Seminários e debates se multiplicam. A luta, iniciada a partir de várias ações desenvolvidas, nos últimos anos, sobretudo pela militância dos movimentos sociais e sindicais do Rio de Janeiro, começa a se enraizar e a dar frutos. Esse contexto torna imprescindível a presença das companheiras e companheiros combativos na nossa plenária. Até lá!

Fonte: Agência Petroleira de Notícias (www.apn.org.br)

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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

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Simpósio discute Jornalismo e Meio Ambiente. A cobertura é de 100 jovens educomunicadores

Jornalistas, gestores ambientais e educadores de todo o Brasil reúnem-se, entre 28 e 30 de outubro de 2008, em São Paulo, para discutir o tema da educação ambiental a partir da perspectiva da educomunicação. A proposta é do NCE – Núcleo de Comunicação e Educação da USP e do SESC- Vila Mariana que promovem, o VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação, com o tema Meio Ambiente, Jornalismo e Educomunicação. O evento contará com o co-patrocínio do Canal Futura, do International Institute of Journalism and Communication (Genebra, Suíça) e do Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e será realizado Rua Pelotas, 141, capital.

De acordo com Ismar de Oliveira Soares, da ECA/USP, coordenador geral do evento, o simpósio tem como objetivo aproximar comunicadores e educadores numa discussão sobre os melhores caminhos pra promover uma educação ambiental adequada aos paradigmas da Era da Informação.
Representando o Governo Federal, o Ministro Carlos Minc fará a palestra de abertura. Já o Ministério da Educação enviará Rachel Trajberg, que falará sobre a III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, uma ação conjunta do MEC e do MMA.
Entre os 45 conferencistas encontram-se Lúcia Araújo, Diretora do Canal Futura; André Trigueiro, da Globo News, Marcelo Leite, da Folha de São Paulo; Mathew Shirts, da Revista National Geographic; Herton Escobar, do Jornal O Estado de São Paulo; Paulo Lima, Revista Viração; Filomena Saleme, da Rádio Eldorado e Adalberto Marcondes, Diretor da Revista Digital Envolverde – Ambiente, Educação e Sustentabilidade. O evento contará, ainda, com Daniel Raviolo, sociólogo argentino e fundador da ONG Comunicação e Cultura, de Fortaleza, E, responsável por projeto de jornal em 1.200 escolas, possibilitando um mapeamento
dos problemas ecológicos do Nordeste elaborado por crianças e adolescentes da região, assim como Fábio Pena, da ONG Saúde e Alegria, de Santarém, PA, que faz uso da educomunicação na educação ambiental nas margens dos rios da Região Amazônica. A USP estará presente
através de professores como Eugênio Bucci (ECA), Marcus Sorrentino (ESALQ), Eda Tassari (Instituto de Psicologia), Pedro Jacobi e Sueli Furlan, ambos do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (Procam).

Mostras de documentários e atividades artísticas farão parte da programação, ao que se somará como uma série de workshops voltados à produção de documentários para Tv e de programa de rádio em escolas, bem como à mobilização multimediática em torno dos temas ambientais, com a presença de especialistas como Leonardo Menezes, do Globo Ecologia; Francisco Costa, do Ministério do Meio Ambiente e do Prof. Carlos Lima, Presidente do Comitê Gestor da Lei Educom, em São Paulo.

O simpósio contará com a cobertura jornalística, por parte de um grupo de 100 adolescentes de programas educomunicativos do NCE/USP e seus parceiros. As produções serão exibidas através da web-rádio e na programação do Canal Futura.

Um grupo de 100 adolescentes fará a cobertura educomunicativa do evento, com a assistência de 30 educomunicadores de organizações como o NCE/USP, o Canal Futura e o programa Nas Ondas do Rádio, da Prefeitura de São Paulo. As produções serão exibidas através da web-rádio e na programação do Canal Futura. Informações pelo telefone 5080 3142. Inscrições, com opções por atividades, pelo site www.sescsp.org.br.

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Niterói inaugura comitê da campanha “O petróleo tem que ser nosso!”

Fonte: Agência Petroleira de Notícias

( Veja fotografias da atividade.)

O movimento contra a privatização do petróleo e gás começa a se expandir. Na noite de terça, 21 de outubro, as organizações sociais de Niterói lançaram no teatro do DCE-UFF o comitê local da campanha “O petróleo tem que ser nosso”. O discurso oficial de lançamento foi proferido pelo diretor do Sindipetro-RJ Edson Munhoz.

A inauguração foi precedida pela exibição no DCE-UFF do filme Encontro com Milton Santos / O mundo global visto do lado de cá, de Sílvio Tendler. Mais cedo, diversas entidades e movimentos organizaram, na Praça Araribóia, no centro de Niterói, panfletagem e coleta de assinaturas para os abaixo-assinados pelo fim dos leilões do petróleo e re-estatização da Petrobrás, além do que reivindica a realização da Conferência Nacional de Comunicação. A aceitação para ambas as causas foi muito grande. Dezenas de listagens foram colhidas.
A próxima reunião do comitê Niterói do Fórum Nacional contra a Privatização do Petróleo e Gás ficou marcada para quinta, 30 de outubro, às 18h, na sala da diretoria do DCE. A idéia é que nessa reunião se debata a organização própria do comitê: periodicidade das reuniões, funcionamento, mobilização local e atividades.

Para mais informações do Comitê de Niterói, além de pegar panfletos, adesivos, listas de abaixo-assinado e outros materiais, entrar em contato com: José Carlos (Coordenador do Sindipetro-RJ) - 21-9963-3571 e Rafael Duarte (Agência Petroleira de Notícias) - 21-9879-8076.
www.apn.org.br

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segunda-feira, 11 de agosto de 2008

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Afinal: o Rio de Janeiro é real ou cenográfico?

Quem respondeu cenográfico acertou, pois nada é o que parece e quem parece que vai falar tudo, para! Porque parou? Deveriam perguntar os cariocas! Passei a maior parte da minha vida achando a cidade realmente maravilhosa, mas ela é uma armadilha gigante que terá esta característica ampliada agora com esta promessa de progresso insustentável que foi decantada por políticos, administradores e todos que quiseram assumir esta responsabilidade e em folder eletrônico pela FIRJAN podemos ler a pagina 18 que declara "Apesar da consagração, na Constituição Federal, da máxima democrática de que "Todo poder emana do povo", pesquisas recentes indicam que a participação direta ainda é uma prática distante para a maioria dos brasileiros". Fiquei assustada porque quando se fala apesar é porque vai se passar por cima, ou não? Ao reler vi que a pagina 5 o Folder já avisava que "É esse propósito que norteia o lançamento do Mapa do Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro. Trata-se de um planejamento de ações, cujo horizonte é o ano de 2015 e que para o seu sucesso contará com o poder de reflexão, proposição e cobrança do Sistema FIRJAN". E aí? Bom, pelo que entendi começaram a traçar nosso futuro em 2006 e aparecem varias fotos e explicações.

Mas, a realidade é outra. E se providencias não forem tomadas: graves eventos acontecerão neste estado. Se examinarmos com responsabilidade saberemos que vários problemas são de fator antrópico e que contaram com a omissão e negligencia das autoridades ao longo de décadas, sem medo algum de punição. E hoje, não é diferente. E tudo se torna pior devido as reincidências. Um claro exemplo disto são as cheias que sempre são computadas a má conduta da população e mesmo que consideremos esta uma parte do motivo, a realidade é que as construções de grandes obras em áreas impróprias levam as águas a outros lugares. A REDUC é um exemplo claro desta conseqüência: ao retificarem os rios Iguaçu e Sarapui que chegavam a Baía de Guanabara em áreas próximas, mas não com o Sarapui sendo afluente do Iguaçu: tenho o registro de obras feitas pela "Comissão Federal de Saneamento e Desobstrução dos Rios que Deságuam na Baía de Guanabara " entre 1910 e 1916.Mas, as intervenções mais invasivas foram feitas entre as décadas de 30 e 40 pela "Comissão de Saneamento da Baixada Fluminense " e posteriormente pelo "Departamento Nacional de Obras e Saneamento – DNOS".

Próximo a REDUC temos Gramacho que tem a referencia de inicio de 30 anos atrás, então temos aí o inicio em 1978: um aterro sanitário em cima de um aterro em área de manguezal na Baia da Guanabara. Teriam esquecido que ali passava um rio? Que é área de instabilidade por ser e material orgânico, pois o mangue está sempre se reciclando. Será que ao contrario de Leis e Decretos que não pegam o lixão pegou e as autoridades foram obrigadas a se dobrarem diante do povo? Não creio, pois era ditadura e ninguém estava ligando para o Direito Constitucional do povo. Para piorar tudo:Gramacho recolhe lixo dos municípios de São João de Meriti, Nilópolis e do Rio de Janeiro. Em 1989 o Presidente Collor extinguiu o DNOS e este que já estava mal das pernas já não fazia as manutenções devidas a obras de potencial degradação tão grande desde 1977 em algumas obras, ainda devemos saber em quais. A natureza não é diferente de nós e sempre estamos vendo isto quando ocorre uma catástrofe: sempre é ela tentando voltar ao antigo curso.Bom, se o lugar aonde as águas ficavam está ocupado ela vai tentar passar se não conseguir por ter algum dique ou uma grande obra, ai sim provoca enchente em lugar sem histórico e isto é um prato cheio e providencial aos governantes, políticos e para o ambientalista da hora que vem com a cantilena de sempre: eles sabem da solução, votem neles! E sendo um evento natural que também pode ser colocado como castigo Divino os anos passam e nunca sabemos de nada. Agora com os PACs da vida para eleger futuro presidente temos a ameaça de obras nestes dois rios: após ao estado de calamidade pública em 1988 foi criado o Programa Reconstrução-Rio que teve cálculos em 1990 para obras em 1996 que não foram feitas em sua totalidade, mas que agora serão, e ainda irão colocar moradias em topo de morro aonde deveria haver o replantio da mata. Podem até dizer que houve atualização dos dados, quem acredita nisto? O perigo de um dia o Sarapui não fazer aquela curva é real. E teremos Gramacho dentro da Guanabara e as águas dois rios revolvendo os resíduos que a REDUC descarta ali há mais de 50 anos. Então temos varias autoridades e políticos que quando nada tem pra fazer e querem aparecer detonam com o que nunca deveria ter sido colocado ali. Posto que em 1978 o DNOS ainda existisse e deve ter sido chamado a opinar. Mais uma vez a omissão e negligência. Foi sem querer! Se passarmos à REDUC tudo fica pior, pois as informações são envoltas em brumas, num trabalho sobre Tenório Cavalcanti o inicio das obras foi em 1958 e sem muito assunto. Por ocasião de vários derramamentos de óleo na Baía da Guanabara e em 1997 e 2000 foi no mesmo duto. Muitas informações foram disponibilizadas, inclusive que ela deveria se deslocada dali. E aí? E aí, nada!

Vamos para a Baia de Sepetiba sempre largada, sempre vergonhosamente e criminosamente sendo destruída, poluída e com uma variedade de produtos, mas a maioria dos cariocas nem percebe. Ultimamente ficamos sabendo de problemas ocasionados pela empresa alemã ThyssenKrupp e a empresa Vale do Rio Doce. Mas, há anos há anos já havia a ameaça da INGA e já era previsto há mais de 30 anos. O pior de tudo é que estes resíduos foram largados também em área de aterro sobre manguezal foram aproximando a Ilha da Madeira ao continente com aterro. Tudo próximo a dois rios retificados Itaguaí ou da Guarda e o Itaguaí, e de canais artificiais estes feitos há séculos pelos jesuítas em sua sesmaria de Santa Cruz, o que é que está acontecendo com as pessoas? Ninguém respeita nada! O problema é bem maior, como se não bastasse o que é comunicado. Como as pessoas que se arvoram em defensores da população e fazem tudo a meia boca? Não temos só estes problemas em Sepetiba. A população não está sendo respeitada no seu direito a vida e a sua dignidade humana.

Foram 3.800 km de rios retificados no Estado do Rio de Janeiro a pretexto de saneamento e mesmo que se prove que em alguns lugares o inimigo era o mosquito, o que fica marcado é a transformação de terrenos de marinha e terras devolutas em terras próprias. Afinal as retificações ocorriam próximas ao litoral, lagoas e rios navegáveis, Lei das Terras nº. 601, Decreto Imperial de 1854, Bens e Imóveis da União nem o GV mexeu na lei, mas deixou baixar as águas: Lejeune de Oliveira/Fiocruz/1955. Nada está bem contado neste país da Terra do Nunca Vi e Nem Nunca Soube Disto, só o povo é inocente sofre e pela falta de informação ainda é responsabilizado quando se vê morando em áreas contaminadas.

Não bastasse isto, temos agora o COMPERJ também enfiado goela abaixo da população quando se sabe a situação de violência em que se encontra Macaé. Já contei que esta fabrica de plástico vai deixar 180 mil desempregados largados neste estado. E pra completar o circo de horror destes sucessivos governos temos mais um empreendimento em área retificada, e muito retificada: o Rio Macacu era afluente do Rio Caceribu, também foram retificados os rios Guapiaçu e Guapimirim assim surgiu o canal do Imunana. Mas, a Petrobras vai impermeabilizar uma área de baixada e comprometer ainda mais esta situação. No final de 2007 faltou água. Mas, a Petrobrás diz que vai trazer água para os moradores do entorno. A Petrobras diz o que quer e as autoridades abaixam a cabeça com medo ou com vergonha? Eu digo: em pouco tempo ela inventa outro argumento e vai atrás das águas do Juturnaiba que acabou com os rios Bacaxá e Capivari, como isto não vai dar para duplicar o tal COMPERJ ela irá o buscar o São João que já está sendo invadido pelas águas oceânicas pela sua baixa vazão.

Não é normal o que acontece no trato da biodiversidade deste país, que tem inúmeras leis de proteção ambiental. Mas no Estado do Rio de Janeiro a situação é critica porque, mesmo com tratados internacionais assinados e sem nenhuma demonstração de que o país vá honrar com este compromisso: temos no litoral do Rio de Janeiro uma possibilidade de mudar este quadro. Nosso litoral é o terceiro em extensão no país, pois para efeito de zoneamento costeiro o Decreto 5300 de 2004 protege áreas de desova e espécimes marinhas. Mas o que temos: as lagunas costeiras comprometidas e tendo construções em seu interior e em Marica até em vida já estão loteadas, estuários comprometidos pela baixa vazão, baías atacadas em prol de um progresso que não se faz desta forma. Mas, que com os manguezais que ainda temos podemos sim, reverter à situação! A própria Petrobras não está cumprindo o Pacto Global que assinou e seu comportamento no seu país de origem pode custar muito caro.

Os pescadores de todo o Brasil têm sido sacrificados e não sei como o governo não toma conhecimento disto. Agora esta invenção de um Ministério da Pesca: que só vai é criar peixe no continente. Mas, precisamos é de recriar os locais de desova natural para não quebrar a cadeia alimentar os mares. Será que o governo acha que a Petrobras vai pagar isto daí? Se o tratado fala que o país que não puder honrar seu compromisso deve cedê-lo a outro, como ficamos? E esta cantilena de pedir mais espaço no oceano porque achamos mais petróleo lá? Se não cuidamos do que temos e é risível ler que o Presidente, Ministros e Senadores ficam preocupados com a 4 ª Frota, pelo amor de Deus! Agora até o detonador da Amazônia, Mangabeira Unger também disse que precisamos de uma Marinha aparelhada, sim precisamos para fazer a guarda e evitar crimes de trafico e seus afins. Não para guardar plataformas de petróleo, ninguém vira guerrear aqui dentro, existe um documento e pronto. As pessoas deste país que deveriam estar em sua defesa traçam caminhos perigosos. Temos em nosso litoral dois procedimentos naturais que colocam o estado numa posição de reverter o quadro da biodiversidade marinha ou de acabar de vez com tudo. Uma é a ressurgência que trás vida até a costa de Cabo Frio e que com o aumento da temperatura tem diminuído e a outra é a área de convergência do Atlântico Sul que leva de volta a Amazônia e ao Pantanal a suas águas em foram de chuva e elas passam por aqui. Como também a Petrobras vai colocar no ar resíduos, irá contribuir para aceleração das mudanças climáticas e isto interfere negativamente nas duas situações citadas.

Hoje a solução para o país é ambiental e fico admirada que o ambientalista-mor correu para tirar 50 licenças em tempo recorde. Agora penso: 50 licenças e quem assinou e o que está escrito? Houve um laudo? Ou o tal RIMA da Petrobras definiu? Sem água potável, com enchentes, degradação generalizada, sem a Amazônia Verde a sem a Amazônia Azul também. E o Ministério da Pesca? Ao povo: se não tiver pão que comem brioches.

Márcia Benevides Leal cidadã brasileira

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