Mostrando postagens com marcador Educação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Educação. Mostrar todas as postagens

domingo, 7 de dezembro de 2008

>

Municipalização da Educação e seus efeitos

Desde 2003 o Governo Municipal de Niterói vem negociando com o Governo do Estado do Rio de Janeiro a Municipalização das Escolas Estaduais no Município de Niterói.

Como é de conhecimento de todos a LDB é muito clara no que se refere ao ensino fundamental e a educação Infantil. Mas por inabilidade política este processo sofreu ruptura política entre o Governo passado, que respondia pela Educação a nível Estadual e o atual a nível municipal. Os desencontros se davam nos prazos em que o Município de Niterói, teria para assumir por completo o que determina a LDB. Como não havia consenso entre ás partes, o processo se deu por via judicial, onde o Município de Niterói tem até 2010, para se adequar.

Com a mudança do governo Estadual, Sergio Cabral assume o Governo e abre vários canais de negociação com o Executivo Municipal de Niterói, com isto viabiliza a Municipalização das Escolas Estaduais no Município de Niterói.

Dentro deste processo de Municipalização surge uma lacuna, que direta ou indiretamente estar afetando às Comunidades, Os imóveis adquiridos aos longos dos anos pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro por comodato, onde as Escolas Estaduais funcionavam atendendo exclusivamente alunos da 1º a 8º série e Educação Infantil não tiveram seus contratos renovados por conta da Legislação vigente [LDB], bem como a pactuação entre o Executivo Estadual e Municipal.

Aonde esta lacuna afeta as comunidades:

As pactuações foram feitas nos diversos níveis das duas administrações, diagnósticos foram feitos, avaliações e outros. Mas devido à transição do Governo Municipal de Niterói, após as eleições, muitos dos funcionários que estavam envolvidos no processo de Municipalização no que se refere o remanejamento dos alunos para outras Escolas, bem como buscavam junto as Comunidades Escolares uma maior interação entre a Comunidade e Escola, onde discutiam todo o processo, foram exonerados, causando uma ruptura entre a Comunidade e as Escolas.

Os mapas para onde seriam encaminhados os alunos da Escola Smélia Saad (Cubango). Estavam prontos, foram discutidos com os gestores da Educação, mas não foi discutido com a Comunidade. Isto tem gerado muita confusão na Escola. Fui convidado pelas mães para ser mediador. Marquei uma reunião dia 04/12/2008 às 15h00min no CRAS CUBANGO com as mães, com a Diretora do Colégio, e da Creche Doutor Manche, e equipe do CRAS.

Como providência, solicitei as diretoras tanto da creche, como da Escola Estadual Smélia Saad mapa que continha os nomes, séries e Escolas dos alunos que seriam remanejados.

Posteriormente sugeri as mães que formasse uma comissão, para discutir com os gestores, tanto Municipal, e Estadual o processo em curso.

O que diferencia a Escola Smélia Saad das outra é que existe um processo de extinção da Escola, já que o Executivo Municipal não faz comodato com imóveis dentro do Município.

Quanto à creche, a mesma permanecerá com suas atividades, já que é detentora do imóvel e mantém parcerias com a Prefeitura de Niterói. Surge ai um novo problema. Os cinqüentas crianças que Estudam na creche, e que em 2009 vão para a 1ª Série, e como previstos iriam para o anexo, Smélia Saad, ficaram sem opção.

Diante destes problemas, me dirigi a Fundação Municipal de Educação de Niterói, onde fui recebido pela Secretária de Educação, equipe pedagógica e gestão. Discutimos os problemas apresentado, analisamos os mapas. De acordo com a Secretária e equipe pedagógica, todos os alunos serão atendidos, conforme acordados com a Metropolitana VIII, conforme e de acordo com o mapa. Segundo a Secretária nenhuma criança ficará fora da Escola, àqueles que não tiverem suas vagas garantidas no mapa, serão encaminhadas a uma Escola da Rede.

Quanto as Crianças da creche Dr. Manche, a Secretária se surpreendeu, já que segundo ela nenhuma lista, ou mapa de criança que estaria para ser transferido da creche para o 1º ano lhe havia sido entregue. Como eu estava com a lista da criança em mãos passei-a para a Secretária e equipe pedagógica. Após análise, segundo a secretária todas as crianças da creche Doutor Manche, serão matriculadas na Escola Doutor Memória, conforme acordado com a Metropolitana VIII.

De posse das informações, após reunião com a Secretária de Educação de Niterói, Ficou agendada uma reunião com as mães que tem filhos na Creche e Escola Smélia Saad, para desdobramento.

(Dia)5/12/2008 às 19h00min compareci a Câmara de Vereadores de Niterói, onde o professor e Vereador Waldeck Carneiro, estava homenageando a professora e coordenadora da Metropolitana VIII, professora Rita, com a medalha... por dedicação e comprometimento com a Educação. No Momento em que a plenária poderia se manifestar parabenizei a homenageada pelo comprometimento com a educação no Estado e Município de Niterói, ao mesmo tempo levantei as questões e demandas que no momento estão afetando direta e indiretamente as mães e toda a Comunidade de Niterói, principalmente a do Cubango.

A coordenadora da Metropolitana VIII, professora Rita, ouviu atentamente minha explanação, posteriormente, falou que fez parte da equipe que conduziu o processo de Municipalização, justamente com a professora Eliani, que estava presente à cerimônia.

Coloquei para a coordenadora que tudo foi pactuado, com todos, menos com ás mães.

Convidei a Coordenadora da Metropolitana VIII, professora Rita, para estar presente na reunião que se realizará dia 09/12/2008 ás 15h00min, no CRAS CUBANGO, no caso de impossibilidade mandar representante, para que possa dar maiores esclarecimento e transparência a este processo. A Coordenadora ficou de comparecer a reunião.

Quanto ao professor e Vereador Waldeck Carneiro, sua fala foi de esclarecimento do processo de Municipalização da Rede Escolar dentro do Município, já que como Secretário de Educação, ele acompanhou e deliberou várias ações.

Sebastião da Silva. (Tião Cidadão)

Contato: (21)9511-2655 /9189-0177

Continue lendo >>

domingo, 23 de novembro de 2008

>

I Jornada da Associação Fluminense de Amparo aos Cegos

A Associação Fluminense de Amparo aos Cegos estará realizando no próximo dia 27 a sua I Jornada, que tem como eixo principal os Desafios da Reabilitação.

Divulgue para todos e todas que vocês conhecem e não deixem de participar.

"Desafios da Reabilitação"

Data: 27 de Novembro de 2008

Local: AFAC

Inscrições pelo telefone (21) 2717-2822

"O saber de experiência se dá na relação entre o

conhecimento e a vida humana."

Jorge Larrosa Bondía

A AFAC é uma instituição que existe desde 1931, tendo, portanto, vivenciado várias políticas de assistência ao portador de deficiência visual ao longo de sua história: da segregação à inclusão, longo foi o caminho percorrido no sentido de se efetivar ações que proporcionassem o acesso a direitos e bens sociais, econômicos e culturalmente construídos. O percurso ainda não foi concluído; muito nos falta, mas muito já conseguimos.

Assim é que esta Jornada pretende discutir os aspectos referentes à Reabilitação, considerando as políticas nacionais e internacionais direcionadas ao portador de deficiência visual, enfocando, especialmente, as normas e os dispositivos de atendimento em nossa cidade.

Programação:

· 8h às 9h – Credenciamento

· 9h às 9h 20 min – Abertura

· 9h 20 min às 11h 20min – Mesa-redonda: "Rede de atenção e reabilitação no município de Niterói e uso de auxílios ópticos em visão subnormal"

· Mediador: Omar Luis R. da Silva

Participantes:

Sérgio Voronoffi -Coordenador da Área de Atenção à Pessoa com Deficiência-SES – a confirmar

Valéria Simões – Gerente de fisioterapia da FMS - Niterói

Georgia Mascarenhas

Vice-presidente de Atenção Coletiva, Ambulatorial e da Família da FMS – Niterói

Ruth Cytrynbaum Cwaijgenberg Médica oftalmologista – Chefe do

setor de divisão subnormal do hospital Miguel Couto.

· 11h 20 min às 12h – Perguntas e Debate

· 12h às 13h 30 min – Almoço

· 13h 30 min às 15h 30 min -  Mesa-redonda: "Acessibilidade, Educação e Trabalho"

· Mediador: Dr. João Ricardo G. de Souza

Participantes:

Priscilla Araújo

Advogada do IBDD

Prof. Nelma Pintor

Coordenadora de Educação Especial da FME - Niterói

Gabriela Rodrigues Nunes: Advogada - Procuradora da AFAC

Patrícia Valeska F. Chaves

Terapeuta Ocupacional da AFAC

· 16h 30 min – Cerimônia de entrega do 2° cão-guia e apresentação Cultural

Continue lendo >>

terça-feira, 18 de novembro de 2008

>

Seminário de Educação Popular movimenta a UERJ SG

Seminário Educação Popular, Movimentos Sociais e Formação de Professores: Diálogos entre Saberes e Experiências Brasileiras

Programação:

26/Nov – 9h às 12h – Tema - Educação Popular: produção de políticas e relação entre governos e movimentos sociais

Mesa Coordenada

Prof. Dr. Diógenes Pinheiro – UNIRIO

Profª Drª Helena De Biase - FUNAI/Brasília

Profª Drª Monica Molina – UnB

Prof. Dr. Valter Silvério - UFSCAR

26/Nov – 14h às 17h - Tema - Educação Popular: produção de políticas e relação entre governos e movimentos sociais

Painel

Prof. Ms. Alexandre do Nascimento - Pré-Vestibular para Negros e Carentes

Profª Luciana Bonfim de Miranda - Direção Nacional do MST 
Profª Ms.Rita Rocha - Projeto Segurança Alimentar Indígena - Estácio de Sá – RJ
Profª Drª Sandra Sales - UFRRJ

27/Nov –9h às 12h - Tema - Desafios da e na formação do Educador Popular

Mesa Coordenada
Prof. Adelar Pizzeta - Escola Nacional Florestan Fernandes/SP
Prof. Dr. Dr. Amauri Pereira - UEZO
Profª Drª Jane Paiva - UERJ
Profª Drª Rosa Helena Dias - UFAM

27/Nov –14h às 17h - Tema - Desafios da e na formação do Educador Popular

Painel

Profª Ana Valéria D. Pereira - SME/S. Gonçalo
Prof. Elisangela de Carvalho - Coletivo Estadual de Educação do MST-RJ
Prof. Ms. Marisa Assis - FFP/UERJ
Prof. Algemiro da Silva Karai Mirim - Escola Indígena Karai Kuery Renda - Angra dos Reis - RJ

28/nov – 9h às 12h - Tema - Educação Popular: desafios frente aos processos de ensino/currículo e escolarização.

Mesa Coordenada
Profª Drª Eliane Cavalleiro - UnB
Profª Drª Inês Barbosa Oliveira - UERJ
Prof. Marcos - Coletivo Nacional de Educação do MST/ PR
Prof. Dr. Wilmar D’Angelis - UNICAMP

28/nov – 14h às 17h - Tema - Educação Popular: desafios frente aos processos de ensino/currículo e escolarização.

Painel
Profª Ana Beatriz de Carvalho - Coletivo Estadual de Educação do MST-RJ
Profª Drª Azoilda Loretto Trindade - UNESA
Prof. Esp. Daniela Quintanilha - SME/S. Gonçalo
Profª Drª Juracilda Veiga - UNICAMP

SERVIÇO:
Data: 26 a 28 de novembro de 2008
Local: UERJ Campus FFP - Rua Dr. Francisco Portela, 1470 – Patronato - São Gonçalo - RJ.
Contato: 2604-3232 ramal 224/8668-7012

INSCRIÇÕES:
Envie um e-mail para seminarioep@yahoo.com.br, informando nome, município e instituição. Serão conferidos certificados para os participantes do evento.

ORGANIZAÇÃO:
Núcleo de Pesquisa e Extensão Vozes da Educação: Memória e História das Escolas de São Gonçalo
Grupo de Pesquisa Práticas de Ensino e Formação de Professores
Grupo de Pesquisa GEOAGRARIA
Projeto de Pesquisa "A Lei nº 10.639 e o Ensino da Geografia"

COMISSÃO ORGANIZADORA:

Prof. Dr. Domingos Nobre (DEDU/FFP)
Profª. Dra. Márcia Alvarenga (DEDU/FFP)
Prof. Dr. Paulo Alentejano (DGEO/FFP)
Prof. Dr. Renato Emerson dos Santos (DGEO/FFP)

COLABORAÇÃO:

Núbia Armond (Geografia/FFP) - Art Designer

Fonte: Saberes e Experiências




Continue lendo >>

sábado, 1 de novembro de 2008

>

2ª Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras

Convite_abertura

Realizadores do documentário ‘Quilombo’, rodado em Casimiro de Abreu, e a presidente da Fundação Cultural do município, Sônia Cardoso, participarão de debate durante a 2ª Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras

Após o debate, dois curtas e um longa serão exibidos para o público

O feriado de 20 de novembro, Dia da Consciência Negra – terá uma programação especial dentro das atividades da 2ª Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras. Nesse dia, às 17h00, haverá um debate aberto ao público, com a equipe de realização do documentário Quilombo, gravado no município de Casimiro de Abreu. A presidente da Fundação Cultural de Casimiro de Abreu, Sônia Cardoso, também participará, comentando as ações culturais promovidas pela administração pública na cidade, com ênfase para os projetos relacionados ao audiovisual, uma vez que Casimiro tem hoje, funcionando plenamente, uma sala de cinema, a qual leva o nome de um dos mais ilustres representantes da cinematografia nacional; o chamado ‘pai do cinema brasileiro’, Humberto Mauro.

Após o debate, o público assistirá os curtas Giro São Lázaro, dirigido por Marise Berta e produção da TV da Faculdade de Tecnologia e Ciências da Bahia, e o documentário Agenda socioambiental de comunidades quilombolas do Vale do Ribeira, produção finalizada este ano, realizada através do Instituto Socioambiental e ISA – Programa Vale do Ribeira.

Encerrando a sessão de filmes, será exibido o longa-metragem Para ver a umbanda passar, produção do Paraná (Curitiba), lançada ano passado. O filme de Luciano Coelho baseia-se na pesquisa “Pra ver a umbanda passar: do esquecimento à lembrança – levantamento e mapeamento dos terreiros umbandistas em Curitiba, como elementos construtivos da memória cultural da cidade”. O documentário acompanha o trabalho de oito centros umbandistas de Curitiba, retratando suas diferenças, identidades e um pouco da história de vida de seus líderes.

O filme Quilombo

O documentário tem como base a pesquisa monográfica da historiadora da Fundação Cultural Casimiro de Abreu, Renata Azevedo Lima, intitulada “Quilombos: a resistência escrava no Rio de Janeiro do século XIX”. A pesquisa reúne um conjunto de fontes primárias encontradas na Biblioteca Nacional (RJ), Arquivo Pró-Memória de Nova Friburgo e Associação Friboug-Nova Friburgo (Suíça), provando que houve quilombos em Casimiro de Abreu, pelo menos na década de 1820.

Segundo a historiadora, “o projeto visa divulgar a existência de quilombos no município de Casimiro de Abreu, analisando o impacto deste tipo de resistência escrava na sociedade brasileira do século XIX. A importância desta temática é constatada na relevância do estudo da escravidão na História do Brasil. Cerca de 350 anos da nossa história, ou seja, três quartos dela ocorreram sob a vigência da escravidão, que deixou marcas profundas nas instituições sociais de hoje”.

Na equipe de realização do filme estão: Nina Tedesco, cineasta formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF), mestranda do Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Geografia da Universidade Federal Fluminense; Jaqueline Fernandes, historiadora e professora de história formada pela UFF, Daniel Teixeira, professor de história da rede estadual de ensino do Rio de Janeiro e historiador formado pela UFF, mestrando do programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), e Joyce Martins, estudante de graduação de Matemática da Universidade Federal Fluminense.

Leia a sinopse do filme Quilombo

O filme investiga uma localidade na região serrana do município de Casimiro de Abreu (RJ) chamada “Quilombo”. O acesso é difícil, estrada de chão sinuosa e esburacada, com altitude mínima de cerca de 700m, abundância de água e terra fértil. Chegando lá, não encontramos nenhum negro, apenas descendentes de colonos suíços. A questão 'o nome do local tem relação com o passado de resistência dos escravos?' é o fio condutor do filme, que reúne entrevistas com moradores e ex-moradores do Quilombo, moradores da cidade de Casimiro e historiadores, além de belíssimas imagens da natureza do local, imagens de mapas e manuscritos sobre a região, produzidos no início do século XIX, e ruínas arqueológicas.

O debate e a exibição dos filmes serão realizados na Praça São Pedro, no Centro.

Toda a programação da 2ª Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras tem entrada franca e censura livre.

Participe!

Acompanhe nossos informativos ao longo deste mês.

Mais informações www.mfaero.blogspot.com

2ª Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras

Realização

Associação Cultural Cinema Popular Brasileiro

Apoio

Universidade Federal Fluminense (UFF), Pólo Universitário de Rio das Ostras (PURO), Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) e Prefeitura de Rio das Ostras.

Apoio Cultural

Restaurante Picanha da Praia

Pousada das Tartarugas

Rancho da Pedra

Padaria Encanto da Lagoa

Yes Cosméticos Rio das Ostras

ProMark Comunicação Visual

Gráfica Systema RO

Papelaria Principal

Gráfica do Clube.

Parceiros

CineRitz Holiday

Shopping Holiday

Núcleo Artes, Terapias e Ofícios

Oficina de Fotografia Papo Fotográfico

Fundação Cultural de Quissamã

Fundação Cultural Casimiro de Abreu

Secretaria Municipal de Cultura de Macuco

Divulgação

Correio Regional Online

Jornal da Cidade

Participe!

Um abraço

Leonor Bianchi

ImprensaBR Assessoria de Comunicação

imprensabr@gmail.com

22 99039733

229987-6908

Continue lendo >>

terça-feira, 28 de outubro de 2008

>

EVENTO CULTURAL E ECOLÓGICO NA LONA CULTURAL DE JACAREPAGUÁ - DIA 29 OUTUBRO

O Projeto * "Território Livre"* é uma Iniciativa da *Sala de Cultura RICARDO AFONSO* da *Lona Cultural de Jacarepaguá* organizado e idealizado pelo *Movimento Sócio Cultural UZINA ECO ARTE* na qual tem como um dos principais objetivos a contribuição Artística e Cultural na defesa da *Democratização da Cultura e da Arte* no *Bairro de Jacarepaguá* - Um Bairro da Zona Oeste com uma população de mais de *800 mil* pessoas!

O Evento “TERRITÓRIO LIVRE" aconteceu pela *1º vez no antigo terreno do antigo Mercado Parle na Merck* na Estrada dos Bandeirantes na qual reuniu na época mais de *20 mil pessoas *tendo como uma das atrações principais a famosa Banda de Rock " PLEBE RUDE" e contou na época com grupos culturais de escolas públicas além de artistas locais sendo organizado pelo *Movimento Sócio Cultural UZINA ECO ARTE* e produzido pelo falecido artista *RICARDO AFONSO* na ocasião o Evento "TERRITÓRIO LIVRE" foi mais uma das iniciativas para a instalação da tão sonhada LONA CULTURAL de JACAREPAGUÁ hoje uma realidade!

O Projeto "Território Livre" é um Manifesto Cultural em forma de Música, Teatro, Artes Plásticas e Ecologia na defesa da Democratização da Arte e da Cultura além da promoção da Consciência Ecológica na Região da Zona Oeste!

Projeto “TERRITORIO LIVRE"

MPB

DANÇA

POESIA

ARTES PLASTICAS

ECOLOGIA

Uma Integração de Artistas & Estudantes de JACAREPAGUÁ, CAMPO GRANDE & BARRA da TIJUCA.

O Evento é gratuito e vai acontecer com a participação de Grupos Culturais Estudantis de Escolas Públicas da nossa Região e de Artistas locais das 14 às 22 horas.

Entre os parceiros e colaboradores podemos citar:

*ESCOLA de MÚSICA SOM & ARTE

*PROPAG PUBLICIDADE

*FESN(FEDERAÇÃO dos ESTUDANTES)

*COLEGIO ESTADUAL STELLA MATUTINA

*COLEGIO ESTADUAL BRIGADEIRO SHORCHT

*COLEGIO ESTADUAL MARIA TEREZINHA

*ESCOLA MUNICIPAL SILVEIRA SAMPAIO

*Centro Educacional Santo Andre

*ESCOLA MUNICIPAL CARLOS LACERDA

Maiores informações:

Produtora Cultural Vania Afonso - Produtora do Evento

Coordenara do Movimento Sócio Cultural UZINA ECO ARTE

Tel: 021 9841 8634

e-mail: vaniavictoria@gmail.com

Lider Estudantil Marcio Luiz

Diretor da FESN (Federação dos Estudantes (FESN)

Coordenadora do Movimento Sócio Cultural UZINA ECO ARTE

Tel: 021 8282 2321 - 3286 6818 - 3553 3095

e-mail: fesn.fesn@ig.com.br

fesn@bol.com.br

Divulgação enviada pelo Ambietalista Sérgio Ricardo

Continue lendo >>

domingo, 26 de outubro de 2008

>

Saiba o que muda na ortografia, a partir de 1º de janeiro

Por Fátima Lacerda (Agência Petroleira de Notícias - www.apn.org.br)
O Brasil será o primeiro país a adotar as regras do novo Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa. A partir de 1º  de janeiro de 2009 caem acentos, hífens, tremas, aumentam as letras do alfabeto. Mas ninguém precisa se apavorar. A grafia atual e a futura continuarão convivendo por um bom tempo. Durante quatro anos, as atuais e as futuras regras serão consideradas corretas. O decreto presidencial aprovando o cronograma de implantação das mudanças foi assinado em 29 de setembro, data do centenário da morte de Machado de Assis.


A reforma ortográfica vem sendo discutida desde 1990 pelos países que integram a CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa): Brasil, Portugal, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e Timor-Leste.  As mudanças mais significativas estão relacionadas à acentuação de palavras, incluindo a extinção do trema. O acordo incorpora regras que predominavam em Portugal e outras que eram válidas no Brasil, mas a unificação ainda não estará completa.


Alfabeto incorpora três letras
O alfabeto passa a ter 26 letras, com a inclusão do k, w, y.  Na prática, a inserção dessas letras nada muda, já que seu emprego continua restrito à grafia de derivados de nomes próprios estrangeiros (kantismo, darwinismo, byroniano, etc), a abreviaturas e símbolos (K = potássio, kg = kilograma, kW = quilowatt, etc.) e a palavras estrangeiras.


Palavras com dupla grafia
Como predominou o critério fonético, algumas palavras terão dupla grafia. Um exemplo são proparoxítonas pronunciadas de forma diferente no Brasil e em Portugal. Assim, temos: cômodo e cómodo; fenômeno e fenômeno; tônico e tónico.


Acaba o trema
O acordo incorpora as características da ortografia utilizada em Portugal, acabando com o trema. Assim, lingüiça, tranqüilo, eqüidade, a partir de 2009 serão escritos da seguinte forma: linguiça, tranquilo, equidade. A exceção são nomes estrangeiros e seus derivados, como Müller.


Acentuação do u tônico nos encontros gue, gui, que, qui
Não se acentuará mais a vogal 'u' tônica dos encontros gue, gui, que, qui. No Brasil, tais vogais recebiam acento agudo para marcar sua tonicidade. A justificativa dada pelo Novo Acordo é que a vogal 'u' das formas verbais como apazigúem, argúem é sempre articulada, por isso não precisa de acento. A nova grafia será apaziguem, arguem.


Cai acento dos ditongos abertos nas palavras paroxítonas
No Brasil, os ditongos abertos éu, éi, ói recebiam acento agudo quando eram tônicos. Pelo Novo Acordo, esses ditongos só serão acentuados nas palavras oxítonas. Nas palavras paroxítonas, o acento cai, predominando a grafia que já vigorava em Portugal.


Assim, muda a grafia de assembléia para assembléia; boléia para boleia; idéia para idéia; jibóia para jiboia; heróico para heroico. O mesmo ocorre com o 'i' e o 'u' precedidos de ditongos abertos, como em 'feiúra' que passará a ser escrita sem acento: feiura.


Mas permanece o acento nas palavras oxítonas, tais como:  anéis, anzóis, carretéis, céu(s), chapéu(s), herói(s), pastéis.


Cai circunflexo em paraxítonas com duplos 'e' ou 'o'
Em lugar de vôo será vôo; de lêem, será lêem; crêem  será crêem; dêem será dêem.   


Acento diferencial
O Novo Acordo simplificou ainda mais a Lei 5.765, de 18 de dezembro de 1971, que havia abolido a maioria dos acentos diferenciais. Serão obrigatórios apenas dois:
      • pôde (pretérito perfeito) para distinguir de pode (presente do indicativo);
      • pôr (verbo) para distinguir de por (preposição).
Será facultativo o acento diferencial em:
      • dêmos (1ª pessoa do plural do presente do subjuntivo) para distinguir de demos (1ª pessoa do plural do pretérito perfeito);
      • fôrma (substantivo) para distinguir de forma (substantivo e verbo).


Hífen: algumas mudanças e regras que continuam complexas
A nova proposta não reduz o número de regras e continua mantendo várias exceções.  As modificações foram formuladas com base no sistema adotado em Portugal. É possível afirmar que o emprego do hífen nada mudou nas locuções, na ênclise e na mesóclise nem com relação aos sufixos de origem tupi-guarani. Quanto ao emprego do hífen com prefixos, deixa de existir nos seguintes casos: quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r, s ou vogal diferente.


Assim, anti-religioso muda para antirreligioso; anti-semita para antissemita; contra-regra para contrarregra; auto-aprendizagem para autoaprendizagem, aero-espacial para aeroespacial.


A exceção é quando o primeiro elemento terminar em 'r' e o segundo elemento começar com a mesma letra. Nesse caso, a palavra deverá ser grafada com hífen, como em 'hiper-requintado' e 'inter-racial'.
Mas, se a vogal do primeiro elemento for idêntica à da primeira, o hífem permanece. Continuam com a grafia anterior palavras como micro-ondas e anti-inflamatório.


Maiúsculas e minúsculas
Nomes de vias e lugares públicos, bem como os nomes que designam domínios do saber - artes, ciências ou disciplinas - de acordo com as regras que vigoravam no Brasil desde 1943 deveriam ser grafados com inicial maiúscula. A partir de janeiro de 2009 poderão ser  escritas facultativamente com inicial maiúscula ou minúscula. Exemplos:
      Rua da Alfândega ou rua da Alfândela
      Praça da República ou praça da República
      Praia do Flamengo ou praia do Flamengo
      Português ou português
      Matemática ou matemática


Mudanças em Portugal
Os portugueses não tiveram mudanças na forma como acentuam as palavras, mas na forma como escrevem algumas delas. As chamadas consoantes mudas, que não são pronunciadas na fala, serão abolidas da escrita. Exemplo: objecto será objeto; adopção será adoção; facto será grafado fato, e assim  por diante.


Português é a sexta língua mais falada do mundo
Mais de 230 milhões de pessoas falam Português, o que coloca o idioma entre os seis mais falados no mundo. Com uma população estimada em 185 milhões, o Brasil é o principal responsável por esta colocação de destaque. O Português só perde para o Mandarim, falado pela maior parte dos chineses,  para o Espanhol, segundo colocado, seguido de perto pelo Inglês, depois pelo Árabe e pelo Híndi, um dos três idiomas predominantes na Índia.
Estruturado a partir do século XII, desde o século XV, com as grandes navegações, o idioma português ultrapassou os limites da Península Ibérica. Além dos países lusófonos, onde o português é a primeira língua de seus povos, o idioma também é falado nas comunidades de Zanzibar (na Tanzânia, costa oriental da África); Macau (possessão portuguesa encravada na China); Goa, Diu, Damão (na Índia); Málaca (na Malásia); Timor (na Indonésia).


O primeiro acordo ortográfico entre Brasil e Portugal data de 1931. Em 1945 houve, em Lisboa, um outro acordo, que também não efetivou a unificação, pois foi adotado apenas em Portugal. O sistema ortográfico adotado atualmente no Brasil é o aprovado pela Academia Brasileira de Letras, na sessão de 12 de agosto de 1943, e simplificado pela Lei nº. 5.765, de 18 de dezembro de 1971.


Fonte: www.apn.org.br

Continue lendo >>

  ©Template Blogger Green by Dicas Blogger.

TOPO