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terça-feira, 28 de outubro de 2008

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EVENTO CULTURAL E ECOLÓGICO NA LONA CULTURAL DE JACAREPAGUÁ - DIA 29 OUTUBRO

O Projeto * "Território Livre"* é uma Iniciativa da *Sala de Cultura RICARDO AFONSO* da *Lona Cultural de Jacarepaguá* organizado e idealizado pelo *Movimento Sócio Cultural UZINA ECO ARTE* na qual tem como um dos principais objetivos a contribuição Artística e Cultural na defesa da *Democratização da Cultura e da Arte* no *Bairro de Jacarepaguá* - Um Bairro da Zona Oeste com uma população de mais de *800 mil* pessoas!

O Evento “TERRITÓRIO LIVRE" aconteceu pela *1º vez no antigo terreno do antigo Mercado Parle na Merck* na Estrada dos Bandeirantes na qual reuniu na época mais de *20 mil pessoas *tendo como uma das atrações principais a famosa Banda de Rock " PLEBE RUDE" e contou na época com grupos culturais de escolas públicas além de artistas locais sendo organizado pelo *Movimento Sócio Cultural UZINA ECO ARTE* e produzido pelo falecido artista *RICARDO AFONSO* na ocasião o Evento "TERRITÓRIO LIVRE" foi mais uma das iniciativas para a instalação da tão sonhada LONA CULTURAL de JACAREPAGUÁ hoje uma realidade!

O Projeto "Território Livre" é um Manifesto Cultural em forma de Música, Teatro, Artes Plásticas e Ecologia na defesa da Democratização da Arte e da Cultura além da promoção da Consciência Ecológica na Região da Zona Oeste!

Projeto “TERRITORIO LIVRE"

MPB

DANÇA

POESIA

ARTES PLASTICAS

ECOLOGIA

Uma Integração de Artistas & Estudantes de JACAREPAGUÁ, CAMPO GRANDE & BARRA da TIJUCA.

O Evento é gratuito e vai acontecer com a participação de Grupos Culturais Estudantis de Escolas Públicas da nossa Região e de Artistas locais das 14 às 22 horas.

Entre os parceiros e colaboradores podemos citar:

*ESCOLA de MÚSICA SOM & ARTE

*PROPAG PUBLICIDADE

*FESN(FEDERAÇÃO dos ESTUDANTES)

*COLEGIO ESTADUAL STELLA MATUTINA

*COLEGIO ESTADUAL BRIGADEIRO SHORCHT

*COLEGIO ESTADUAL MARIA TEREZINHA

*ESCOLA MUNICIPAL SILVEIRA SAMPAIO

*Centro Educacional Santo Andre

*ESCOLA MUNICIPAL CARLOS LACERDA

Maiores informações:

Produtora Cultural Vania Afonso - Produtora do Evento

Coordenara do Movimento Sócio Cultural UZINA ECO ARTE

Tel: 021 9841 8634

e-mail: vaniavictoria@gmail.com

Lider Estudantil Marcio Luiz

Diretor da FESN (Federação dos Estudantes (FESN)

Coordenadora do Movimento Sócio Cultural UZINA ECO ARTE

Tel: 021 8282 2321 - 3286 6818 - 3553 3095

e-mail: fesn.fesn@ig.com.br

fesn@bol.com.br

Divulgação enviada pelo Ambietalista Sérgio Ricardo

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domingo, 26 de outubro de 2008

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I Encontro de Mobilização pró-SINASE - Regional Baixada Fluminense

Está se aproximando o I Encontro de Mobilização pró-SINASE - Reginal Baixada Fluminense, que será realizado no dia 29 de Outubro de 2008, às 9 horas no centro de formação do Projeto Circo Baixada, que fica na Rua O, número 2597, Fanchem, Vila Camorim, em Queimados.


O encontro será um momento de mobilização e capacitação dos diferentes atores envolvidos no SINASE. É um evento de entendimento dos papéis e fortalecimento dos atores. A articulação entre os diferentes atores, será discutida no momento da plenária. A sua presença em momentos como esse é indispensável. Não perca essa oportunidade!


Para sanar suas dúvidas ou confirmar sua presença entre em contato nos telefones abaixo ou por e-mail:
- Projeto Legal (Isabel): 7829-5906 // isabel@projetolegal.org.br
- CMDCA (Nair): 2767-8990 // 8616-7667// nairrabelo@yahoo.com.br
- Projeto Circo Baixada (Jaciara): 9298-7097 //
projcbaixada.comunicacao@uol.com.br
Instruções para a chegada ao local:
- De trêm: Pegar sentido Japeri, soltar na estação Queimados, pegar o ônibus Fanchem e soltar no ponto do CIEP 396;
- De carro: Seguir as placas até o Fórum, de lá buscar informações em direção ao Posto 24h. A Rua O é a rua da lateral direita do CIEP 396, que fica a 300 metros do posto.


Ajude-nos a divulgar. Segue em anexo o convite.
Até lá,
Jaciara Celestino
Assessora de Comunicação
Projeto Circo Baixada
(21) 3698-6423 / 9298-7097

Fonte: Rede 3Setor em nome decomunicacao@projetolegal.org.br

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Saiba o que muda na ortografia, a partir de 1º de janeiro

Por Fátima Lacerda (Agência Petroleira de Notícias - www.apn.org.br)
O Brasil será o primeiro país a adotar as regras do novo Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa. A partir de 1º  de janeiro de 2009 caem acentos, hífens, tremas, aumentam as letras do alfabeto. Mas ninguém precisa se apavorar. A grafia atual e a futura continuarão convivendo por um bom tempo. Durante quatro anos, as atuais e as futuras regras serão consideradas corretas. O decreto presidencial aprovando o cronograma de implantação das mudanças foi assinado em 29 de setembro, data do centenário da morte de Machado de Assis.


A reforma ortográfica vem sendo discutida desde 1990 pelos países que integram a CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa): Brasil, Portugal, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e Timor-Leste.  As mudanças mais significativas estão relacionadas à acentuação de palavras, incluindo a extinção do trema. O acordo incorpora regras que predominavam em Portugal e outras que eram válidas no Brasil, mas a unificação ainda não estará completa.


Alfabeto incorpora três letras
O alfabeto passa a ter 26 letras, com a inclusão do k, w, y.  Na prática, a inserção dessas letras nada muda, já que seu emprego continua restrito à grafia de derivados de nomes próprios estrangeiros (kantismo, darwinismo, byroniano, etc), a abreviaturas e símbolos (K = potássio, kg = kilograma, kW = quilowatt, etc.) e a palavras estrangeiras.


Palavras com dupla grafia
Como predominou o critério fonético, algumas palavras terão dupla grafia. Um exemplo são proparoxítonas pronunciadas de forma diferente no Brasil e em Portugal. Assim, temos: cômodo e cómodo; fenômeno e fenômeno; tônico e tónico.


Acaba o trema
O acordo incorpora as características da ortografia utilizada em Portugal, acabando com o trema. Assim, lingüiça, tranqüilo, eqüidade, a partir de 2009 serão escritos da seguinte forma: linguiça, tranquilo, equidade. A exceção são nomes estrangeiros e seus derivados, como Müller.


Acentuação do u tônico nos encontros gue, gui, que, qui
Não se acentuará mais a vogal 'u' tônica dos encontros gue, gui, que, qui. No Brasil, tais vogais recebiam acento agudo para marcar sua tonicidade. A justificativa dada pelo Novo Acordo é que a vogal 'u' das formas verbais como apazigúem, argúem é sempre articulada, por isso não precisa de acento. A nova grafia será apaziguem, arguem.


Cai acento dos ditongos abertos nas palavras paroxítonas
No Brasil, os ditongos abertos éu, éi, ói recebiam acento agudo quando eram tônicos. Pelo Novo Acordo, esses ditongos só serão acentuados nas palavras oxítonas. Nas palavras paroxítonas, o acento cai, predominando a grafia que já vigorava em Portugal.


Assim, muda a grafia de assembléia para assembléia; boléia para boleia; idéia para idéia; jibóia para jiboia; heróico para heroico. O mesmo ocorre com o 'i' e o 'u' precedidos de ditongos abertos, como em 'feiúra' que passará a ser escrita sem acento: feiura.


Mas permanece o acento nas palavras oxítonas, tais como:  anéis, anzóis, carretéis, céu(s), chapéu(s), herói(s), pastéis.


Cai circunflexo em paraxítonas com duplos 'e' ou 'o'
Em lugar de vôo será vôo; de lêem, será lêem; crêem  será crêem; dêem será dêem.   


Acento diferencial
O Novo Acordo simplificou ainda mais a Lei 5.765, de 18 de dezembro de 1971, que havia abolido a maioria dos acentos diferenciais. Serão obrigatórios apenas dois:
      • pôde (pretérito perfeito) para distinguir de pode (presente do indicativo);
      • pôr (verbo) para distinguir de por (preposição).
Será facultativo o acento diferencial em:
      • dêmos (1ª pessoa do plural do presente do subjuntivo) para distinguir de demos (1ª pessoa do plural do pretérito perfeito);
      • fôrma (substantivo) para distinguir de forma (substantivo e verbo).


Hífen: algumas mudanças e regras que continuam complexas
A nova proposta não reduz o número de regras e continua mantendo várias exceções.  As modificações foram formuladas com base no sistema adotado em Portugal. É possível afirmar que o emprego do hífen nada mudou nas locuções, na ênclise e na mesóclise nem com relação aos sufixos de origem tupi-guarani. Quanto ao emprego do hífen com prefixos, deixa de existir nos seguintes casos: quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r, s ou vogal diferente.


Assim, anti-religioso muda para antirreligioso; anti-semita para antissemita; contra-regra para contrarregra; auto-aprendizagem para autoaprendizagem, aero-espacial para aeroespacial.


A exceção é quando o primeiro elemento terminar em 'r' e o segundo elemento começar com a mesma letra. Nesse caso, a palavra deverá ser grafada com hífen, como em 'hiper-requintado' e 'inter-racial'.
Mas, se a vogal do primeiro elemento for idêntica à da primeira, o hífem permanece. Continuam com a grafia anterior palavras como micro-ondas e anti-inflamatório.


Maiúsculas e minúsculas
Nomes de vias e lugares públicos, bem como os nomes que designam domínios do saber - artes, ciências ou disciplinas - de acordo com as regras que vigoravam no Brasil desde 1943 deveriam ser grafados com inicial maiúscula. A partir de janeiro de 2009 poderão ser  escritas facultativamente com inicial maiúscula ou minúscula. Exemplos:
      Rua da Alfândega ou rua da Alfândela
      Praça da República ou praça da República
      Praia do Flamengo ou praia do Flamengo
      Português ou português
      Matemática ou matemática


Mudanças em Portugal
Os portugueses não tiveram mudanças na forma como acentuam as palavras, mas na forma como escrevem algumas delas. As chamadas consoantes mudas, que não são pronunciadas na fala, serão abolidas da escrita. Exemplo: objecto será objeto; adopção será adoção; facto será grafado fato, e assim  por diante.


Português é a sexta língua mais falada do mundo
Mais de 230 milhões de pessoas falam Português, o que coloca o idioma entre os seis mais falados no mundo. Com uma população estimada em 185 milhões, o Brasil é o principal responsável por esta colocação de destaque. O Português só perde para o Mandarim, falado pela maior parte dos chineses,  para o Espanhol, segundo colocado, seguido de perto pelo Inglês, depois pelo Árabe e pelo Híndi, um dos três idiomas predominantes na Índia.
Estruturado a partir do século XII, desde o século XV, com as grandes navegações, o idioma português ultrapassou os limites da Península Ibérica. Além dos países lusófonos, onde o português é a primeira língua de seus povos, o idioma também é falado nas comunidades de Zanzibar (na Tanzânia, costa oriental da África); Macau (possessão portuguesa encravada na China); Goa, Diu, Damão (na Índia); Málaca (na Malásia); Timor (na Indonésia).


O primeiro acordo ortográfico entre Brasil e Portugal data de 1931. Em 1945 houve, em Lisboa, um outro acordo, que também não efetivou a unificação, pois foi adotado apenas em Portugal. O sistema ortográfico adotado atualmente no Brasil é o aprovado pela Academia Brasileira de Letras, na sessão de 12 de agosto de 1943, e simplificado pela Lei nº. 5.765, de 18 de dezembro de 1971.


Fonte: www.apn.org.br

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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

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Simpósio discute Jornalismo e Meio Ambiente. A cobertura é de 100 jovens educomunicadores

Jornalistas, gestores ambientais e educadores de todo o Brasil reúnem-se, entre 28 e 30 de outubro de 2008, em São Paulo, para discutir o tema da educação ambiental a partir da perspectiva da educomunicação. A proposta é do NCE – Núcleo de Comunicação e Educação da USP e do SESC- Vila Mariana que promovem, o VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação, com o tema Meio Ambiente, Jornalismo e Educomunicação. O evento contará com o co-patrocínio do Canal Futura, do International Institute of Journalism and Communication (Genebra, Suíça) e do Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e será realizado Rua Pelotas, 141, capital.

De acordo com Ismar de Oliveira Soares, da ECA/USP, coordenador geral do evento, o simpósio tem como objetivo aproximar comunicadores e educadores numa discussão sobre os melhores caminhos pra promover uma educação ambiental adequada aos paradigmas da Era da Informação.
Representando o Governo Federal, o Ministro Carlos Minc fará a palestra de abertura. Já o Ministério da Educação enviará Rachel Trajberg, que falará sobre a III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, uma ação conjunta do MEC e do MMA.
Entre os 45 conferencistas encontram-se Lúcia Araújo, Diretora do Canal Futura; André Trigueiro, da Globo News, Marcelo Leite, da Folha de São Paulo; Mathew Shirts, da Revista National Geographic; Herton Escobar, do Jornal O Estado de São Paulo; Paulo Lima, Revista Viração; Filomena Saleme, da Rádio Eldorado e Adalberto Marcondes, Diretor da Revista Digital Envolverde – Ambiente, Educação e Sustentabilidade. O evento contará, ainda, com Daniel Raviolo, sociólogo argentino e fundador da ONG Comunicação e Cultura, de Fortaleza, E, responsável por projeto de jornal em 1.200 escolas, possibilitando um mapeamento
dos problemas ecológicos do Nordeste elaborado por crianças e adolescentes da região, assim como Fábio Pena, da ONG Saúde e Alegria, de Santarém, PA, que faz uso da educomunicação na educação ambiental nas margens dos rios da Região Amazônica. A USP estará presente
através de professores como Eugênio Bucci (ECA), Marcus Sorrentino (ESALQ), Eda Tassari (Instituto de Psicologia), Pedro Jacobi e Sueli Furlan, ambos do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (Procam).

Mostras de documentários e atividades artísticas farão parte da programação, ao que se somará como uma série de workshops voltados à produção de documentários para Tv e de programa de rádio em escolas, bem como à mobilização multimediática em torno dos temas ambientais, com a presença de especialistas como Leonardo Menezes, do Globo Ecologia; Francisco Costa, do Ministério do Meio Ambiente e do Prof. Carlos Lima, Presidente do Comitê Gestor da Lei Educom, em São Paulo.

O simpósio contará com a cobertura jornalística, por parte de um grupo de 100 adolescentes de programas educomunicativos do NCE/USP e seus parceiros. As produções serão exibidas através da web-rádio e na programação do Canal Futura.

Um grupo de 100 adolescentes fará a cobertura educomunicativa do evento, com a assistência de 30 educomunicadores de organizações como o NCE/USP, o Canal Futura e o programa Nas Ondas do Rádio, da Prefeitura de São Paulo. As produções serão exibidas através da web-rádio e na programação do Canal Futura. Informações pelo telefone 5080 3142. Inscrições, com opções por atividades, pelo site www.sescsp.org.br.

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