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sábado, 1 de novembro de 2008

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JUSTIÇA CANCELA AUDIÊNCIA PÚBLICA

JUSTIÇA CANCELA AUDIÊNCIA PÚBLICA QUE PRETENDIA AUTORIZAR A CONSTRUÇÃO DE MEGA-DEPÓSITO DE LIXO QUÍMICO E INDUSTRIAL EM PARACAMBI QUE COLOCARIA EM RISCO

O RIO GUANDU QUE ABASTECE 8 MILHÕES DE PESSOAS NO GRANDE RIO

 

Hoje à noite (dia 30/10) a Juíza de Paracambi, Dra. Luciana Fiala de Siqueira Carvalho, deferiu favoravelmente 2 Ações Populares Ambientais impetradas pelo ecologista Sérgio Ricardo e pela ONG Quinto Elemento e cancelou a Audiência Pública convocada pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente, FEEMA e CECA para licenciar a implantação de mega-depósito de lixo químico e industrial de propriedade da empresa Essencis a ser instalado no Município de Paracambi, na bacia hidrográfica do Rio Guandu, colocando em risco e vulnerável o abastecimento de 8 milhões de pessoas na Região Metropolitana do Rio de Janeiro e na Capital (Rio de Janeiro).

 

A Juíza concluiu que o processo de licenciamento ambiental da Essencis não salvaguardava os interesses da sociedade e que houve pouca publicidade na divulgação dos estudos técnicos do projeto, o que limitava a participação da comunidade na audiência. Também avaliou que não houve prévia consulta ao Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Guandu e nem ao Conselho Gestor da APA do Guandu, que são órgãos de gestão colegiada; e que também não foram realizados o estudo de Sinergia previsto na lei estadual No. 3111, que são obrigatórios antes da concessão da licença.

 

Em sua decisão que suspendeu a audiência prevista para hoje, às 19hs, no Cine Imperial de Paracambi, a Juíza afirma ainda que o empreendimento industrial por seu potencial poluidor afetará a saúde e colocará em risco o abastecimento de água para grande parte da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A liminar obriga ainda o governo do estado e a empresa a realizarem audiências públicas, tantas quantas forem necessárias, nos diversos municípios da bacia drenante do Rio Guandu: Rio, Nova Iguaçu, Seropédica, Paracambi, Queimados, Japeri, Paulo de Frontin, Miguel Pereira, Mendes etc.

 

A mega-lixeira industrial (aterro), com investimento projetado de R$ 18 milhões, está projetada em plena área de influência da APA- Área de Proteção Ambiental do RIO GUANDU, e tem capacidade de disposição de 2 milhões de m3 de resíduos, com disposição anual de 10 mil toneladas/ano.

 

Uma multidão de moradores estava presente hoje no cinema da cidade, a maioria se manifestando contra a construção do depósito de lixo perigoso na cidade. Os autores das ações judiciais alegam que é ilegal e inapropriado tecnicamente a instalação numa área de manancial e APA de uma central de tratamento de RESÍDUOS INDUSTRIAIS CLASSE I PERIGOSOS, compreendendo ainda unidade de blendagem de resíduos para destinação em co-processamento, aterro industrial classes IIa e IIb, unidade de tratamento de efluentes líquidos, unidade de biopilha e galpão de estocagem de resíduos industriais.

 

O município de Paracambi tem população de aproximadamente 40 mil habitantes e encontra-se em uma área de várzea incrustada na Serra do Mar, contribuindo em sua rede de drenagem com o Rio dos Macacos um dos mais importantes rios tributários do Ribeirão das Lages, que vem a ser o principal rio tributário da Bacia do Rio Guandu, responsável pelo abastecimento de 8 milhões de habitantes da região metropolitana do Rio de Janeiro. Além disso, o município de

Paracambi está inserido na área de abrangência da APA - Área de Proteção Ambiental do Rio Guandu, no limite das regiões da Baixada Fluminense com a Região do Centro Sul Fluminense.

 

 

Paracambi mantêm grande parte de seu território com vocação Rural e principalmente com áreas de grande importância para o Ecoturismo Regional, principalmente no que tange ao desenvolvimento de atividades de esporte de aventura.

 

Próximo à área do Parque Industrial de Paracambi, no Município de Seropédica, encontra-se a Unidade de Conservação FLORESTA NACIONAL MÁRIO XAVIER, na antiga estrada RIO/SÃO PAULO - Km 51- SEROPÉDICA - R.J;

 

De acordo com o ecologista Sérgio Ricardo, fundador e ex-membro do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Guandu, “há risco real ao abastecimento público da Região Metropolitana e da Capital (Rio de Janeiro) com a possível instalação de um mega depósito de lixo químico nas proximidades do Rio Guandu. Caso ocorra algum acidente os impactos seriam irreversíveis, com ameaças ao abastecimento de água potável e, portanto, à vida de milhões de pessoas. É uma irresponsabilidade os órgãos ambientais do estado (FEEMA, CECA e da Secretaria Estadual de Meio Ambiente) sequer cogitarem a hipótese de autorizar a construção desta poluidora lixeira industrial numa região considerada Área de Proteção Ambiental (APA do RIO GUANDU) e em área de manancial. A cidade de Paracambi não tem parque industrial significativo, pelo contrário é uma região de perfil essencialmente rural. Por isso, considero esta escolha locacional equivocada é um ato de Racismo Ambiental já que os governantes e uma grande empresa poluidora escolheram sem critérios técnicos transparentes e democráticos este município para ser transformado na lixeira industrial da Região Metropolitana.

 

O projeto da Essencis também prevê que Paracambi receberá lixo industrial das zonas industriais da cidade do Rio de Janeiro, da Baixada Fluminense, do Médio Paraíba (RJ), do Vale do Paraíba paulista, da Região Metropolitana de SP e da Grande Belo Horizonte, sendo que estas regiões brasileiras correspondem a cerca de 60% do volume de geração de resíduos tóxicos no país!

 

Isso vai condenar esta cidade a ser vista eternamente como um grande cemitério de lixo químico, altamente perigoso e danoso à saúde pública. Paracambi não pode ser transformada na lixeira industrial da Região Metropolitana, não queremos uma nova de Cubatão em nosso estado!”, alerta.

 

 

Já o Prof. Felipe da Costa Brasil, Agrônomo e Coordenador de cursos na área ambiental em Vassouras, destaca “a vulnerabilidade ambiental da região em especial dos corpos hídricos, como os rios do Macaco e o guandu, bem como o Sistema Ribeirão das Lages. A vocação das cidades da região é para o Ecoturismo, o turismo rural, a agricultura agrecológica e a produção de alimentos para os centros urbanos. É um grande equívoco instalar um grande depósito de lixo químico numa cidade que nunca teve característica de área industrial. Há graves riscos à saúde e aos corpos hídricos, afirma.

 

 

EMPREENDIMENTO TEM HISTÓRICO DE ILEGALIDADES:

 

A Resolução CONAMA 01/86 determina que qualquer licenciamento de IMPACTO REGIONAL que exija EIA/RIMA deverá ser amplamente debatido com a população das áreas de influência direta e indireta do empreendimento, quantas vezes for necessário. Só após o convencimento da sociedade é que o órgão ambiental poderá autorizar a liberação da LP.

 

O que ocorre, é que existem algumas questões importantes que devem ser esclarecidas e questionadas sobre este pedido de Licença, como por exemplo, a grande insistência dos gestores públicos municipais em aparelhar o município de Paracambi com empresas de natureza suja e poluidora há mais de 5 anos.

 

Inclusive tendo revogada pela maioria dos vereadores, sem ouvir a população, uma Lei municipal que até os 2 últimos anos não permitia a entrada deste tipo de empreendimento no município. Lei esta que foi referência Nacional para outros municípios ameaçados por depósitos de lixo químico e industrial.  Sabe-se que existe uma histórica luta no Brasil entre os moradores de Curitiba e Magé contra esta mesma empresa, e que a mesma já tentou por inúmeras vezes se instalar em Seropédica e Paracambi, não obtendo êxito, sendo amplamente

combatida por representações importantes da Sociedade Civil organizada.

 

Até hoje não foi aprovado pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente o Plano de Manejo desta APA, que com certeza não irá permitir este tipo de empreendimento: o Conselho Gestor da APA, que a exemplo de outros similares deveria ter a participação dos moradores e movimentos sociais, nunca saiu do papel!.

 

 

A Audiência Pública está causou um grande transtorno na cidade, com um grande clamor público contrário ao Licenciamento no Município, uma vez que os impactos positivos propostos estão baseados em promessas de empregos (o que sabemos não ser o ideal, uma vez que a mão-de-obra absorvida de Paracambi seria irrisória) e o recebimento de parte do Lixo da cidade por um período de 4 anos, o que é um absurdo! O Aterro Sanitário prometido desde 2003, e o encerramento do LIXÂO da Cidade, que dobrou de volume nos últimos 5 anos não foram realizadas pela Prefeitura.

 

 

A população está revoltada porque a menos de 2 anos, estiveram todos reunidos em uma Audiência Pública para o licenciamento do Aterro Sanitário de Paracambi (Que tem a LP concedida pela CECA/FEEMA), onde foram prometidos mundos e fundos, e nada saiu do papel. Sabe-se inclusive que foi ventilada a vinda de um aterro coletivo (4 municípios) para a cidade.

 

 

Também há dois anos o Deputado Dionísio Lins - PP, solicitou uma Audiência Pública ao Deputado André do PV (Presidente da Comissão de Meio Ambiente da ALERJ), para discutir a intenção da empresa Essencis em se instalar em Paracambi.

 

Na audiência pública, ficou constatada a indignação de vários moradores, técnicos e ecologistas e por diferentes autoridades do setor ambiental sobre a escolha da empresa por Paracambi. O deputado André do PV, inclusive se comprometeu a realizar uma vistoria na sede da empresa em Magé, e uma Audiência Pública em Magé e outra em Paracambi, que não foram realizadas. Desta maneira, os trabalhos da Comissão de Defesa do Meio Ambiente ainda não foram concluídos, o que poderá ser visto na ATA da Audiência pública publicada nos ANAIS da ALERJ.

 

VAMOS NOS MOBILIZAR PARA IMPEDIR MAIS ESTE CRIME ECOLÓGICO E CONTRA A SAÚDE

PÚBLICA!

 

Maiores informações:

Ambientalista Sérgio Ricardo – Tel. (21) 9734-8088

Prof. Felipe Brasil – Tel. (21) 9359-0051

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2ª Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras

Convite_abertura

Realizadores do documentário ‘Quilombo’, rodado em Casimiro de Abreu, e a presidente da Fundação Cultural do município, Sônia Cardoso, participarão de debate durante a 2ª Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras

Após o debate, dois curtas e um longa serão exibidos para o público

O feriado de 20 de novembro, Dia da Consciência Negra – terá uma programação especial dentro das atividades da 2ª Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras. Nesse dia, às 17h00, haverá um debate aberto ao público, com a equipe de realização do documentário Quilombo, gravado no município de Casimiro de Abreu. A presidente da Fundação Cultural de Casimiro de Abreu, Sônia Cardoso, também participará, comentando as ações culturais promovidas pela administração pública na cidade, com ênfase para os projetos relacionados ao audiovisual, uma vez que Casimiro tem hoje, funcionando plenamente, uma sala de cinema, a qual leva o nome de um dos mais ilustres representantes da cinematografia nacional; o chamado ‘pai do cinema brasileiro’, Humberto Mauro.

Após o debate, o público assistirá os curtas Giro São Lázaro, dirigido por Marise Berta e produção da TV da Faculdade de Tecnologia e Ciências da Bahia, e o documentário Agenda socioambiental de comunidades quilombolas do Vale do Ribeira, produção finalizada este ano, realizada através do Instituto Socioambiental e ISA – Programa Vale do Ribeira.

Encerrando a sessão de filmes, será exibido o longa-metragem Para ver a umbanda passar, produção do Paraná (Curitiba), lançada ano passado. O filme de Luciano Coelho baseia-se na pesquisa “Pra ver a umbanda passar: do esquecimento à lembrança – levantamento e mapeamento dos terreiros umbandistas em Curitiba, como elementos construtivos da memória cultural da cidade”. O documentário acompanha o trabalho de oito centros umbandistas de Curitiba, retratando suas diferenças, identidades e um pouco da história de vida de seus líderes.

O filme Quilombo

O documentário tem como base a pesquisa monográfica da historiadora da Fundação Cultural Casimiro de Abreu, Renata Azevedo Lima, intitulada “Quilombos: a resistência escrava no Rio de Janeiro do século XIX”. A pesquisa reúne um conjunto de fontes primárias encontradas na Biblioteca Nacional (RJ), Arquivo Pró-Memória de Nova Friburgo e Associação Friboug-Nova Friburgo (Suíça), provando que houve quilombos em Casimiro de Abreu, pelo menos na década de 1820.

Segundo a historiadora, “o projeto visa divulgar a existência de quilombos no município de Casimiro de Abreu, analisando o impacto deste tipo de resistência escrava na sociedade brasileira do século XIX. A importância desta temática é constatada na relevância do estudo da escravidão na História do Brasil. Cerca de 350 anos da nossa história, ou seja, três quartos dela ocorreram sob a vigência da escravidão, que deixou marcas profundas nas instituições sociais de hoje”.

Na equipe de realização do filme estão: Nina Tedesco, cineasta formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF), mestranda do Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Geografia da Universidade Federal Fluminense; Jaqueline Fernandes, historiadora e professora de história formada pela UFF, Daniel Teixeira, professor de história da rede estadual de ensino do Rio de Janeiro e historiador formado pela UFF, mestrando do programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), e Joyce Martins, estudante de graduação de Matemática da Universidade Federal Fluminense.

Leia a sinopse do filme Quilombo

O filme investiga uma localidade na região serrana do município de Casimiro de Abreu (RJ) chamada “Quilombo”. O acesso é difícil, estrada de chão sinuosa e esburacada, com altitude mínima de cerca de 700m, abundância de água e terra fértil. Chegando lá, não encontramos nenhum negro, apenas descendentes de colonos suíços. A questão 'o nome do local tem relação com o passado de resistência dos escravos?' é o fio condutor do filme, que reúne entrevistas com moradores e ex-moradores do Quilombo, moradores da cidade de Casimiro e historiadores, além de belíssimas imagens da natureza do local, imagens de mapas e manuscritos sobre a região, produzidos no início do século XIX, e ruínas arqueológicas.

O debate e a exibição dos filmes serão realizados na Praça São Pedro, no Centro.

Toda a programação da 2ª Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras tem entrada franca e censura livre.

Participe!

Acompanhe nossos informativos ao longo deste mês.

Mais informações www.mfaero.blogspot.com

2ª Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras

Realização

Associação Cultural Cinema Popular Brasileiro

Apoio

Universidade Federal Fluminense (UFF), Pólo Universitário de Rio das Ostras (PURO), Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) e Prefeitura de Rio das Ostras.

Apoio Cultural

Restaurante Picanha da Praia

Pousada das Tartarugas

Rancho da Pedra

Padaria Encanto da Lagoa

Yes Cosméticos Rio das Ostras

ProMark Comunicação Visual

Gráfica Systema RO

Papelaria Principal

Gráfica do Clube.

Parceiros

CineRitz Holiday

Shopping Holiday

Núcleo Artes, Terapias e Ofícios

Oficina de Fotografia Papo Fotográfico

Fundação Cultural de Quissamã

Fundação Cultural Casimiro de Abreu

Secretaria Municipal de Cultura de Macuco

Divulgação

Correio Regional Online

Jornal da Cidade

Participe!

Um abraço

Leonor Bianchi

ImprensaBR Assessoria de Comunicação

imprensabr@gmail.com

22 99039733

229987-6908

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terça-feira, 28 de outubro de 2008

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EVENTO CULTURAL E ECOLÓGICO NA LONA CULTURAL DE JACAREPAGUÁ - DIA 29 OUTUBRO

O Projeto * "Território Livre"* é uma Iniciativa da *Sala de Cultura RICARDO AFONSO* da *Lona Cultural de Jacarepaguá* organizado e idealizado pelo *Movimento Sócio Cultural UZINA ECO ARTE* na qual tem como um dos principais objetivos a contribuição Artística e Cultural na defesa da *Democratização da Cultura e da Arte* no *Bairro de Jacarepaguá* - Um Bairro da Zona Oeste com uma população de mais de *800 mil* pessoas!

O Evento “TERRITÓRIO LIVRE" aconteceu pela *1º vez no antigo terreno do antigo Mercado Parle na Merck* na Estrada dos Bandeirantes na qual reuniu na época mais de *20 mil pessoas *tendo como uma das atrações principais a famosa Banda de Rock " PLEBE RUDE" e contou na época com grupos culturais de escolas públicas além de artistas locais sendo organizado pelo *Movimento Sócio Cultural UZINA ECO ARTE* e produzido pelo falecido artista *RICARDO AFONSO* na ocasião o Evento "TERRITÓRIO LIVRE" foi mais uma das iniciativas para a instalação da tão sonhada LONA CULTURAL de JACAREPAGUÁ hoje uma realidade!

O Projeto "Território Livre" é um Manifesto Cultural em forma de Música, Teatro, Artes Plásticas e Ecologia na defesa da Democratização da Arte e da Cultura além da promoção da Consciência Ecológica na Região da Zona Oeste!

Projeto “TERRITORIO LIVRE"

MPB

DANÇA

POESIA

ARTES PLASTICAS

ECOLOGIA

Uma Integração de Artistas & Estudantes de JACAREPAGUÁ, CAMPO GRANDE & BARRA da TIJUCA.

O Evento é gratuito e vai acontecer com a participação de Grupos Culturais Estudantis de Escolas Públicas da nossa Região e de Artistas locais das 14 às 22 horas.

Entre os parceiros e colaboradores podemos citar:

*ESCOLA de MÚSICA SOM & ARTE

*PROPAG PUBLICIDADE

*FESN(FEDERAÇÃO dos ESTUDANTES)

*COLEGIO ESTADUAL STELLA MATUTINA

*COLEGIO ESTADUAL BRIGADEIRO SHORCHT

*COLEGIO ESTADUAL MARIA TEREZINHA

*ESCOLA MUNICIPAL SILVEIRA SAMPAIO

*Centro Educacional Santo Andre

*ESCOLA MUNICIPAL CARLOS LACERDA

Maiores informações:

Produtora Cultural Vania Afonso - Produtora do Evento

Coordenara do Movimento Sócio Cultural UZINA ECO ARTE

Tel: 021 9841 8634

e-mail: vaniavictoria@gmail.com

Lider Estudantil Marcio Luiz

Diretor da FESN (Federação dos Estudantes (FESN)

Coordenadora do Movimento Sócio Cultural UZINA ECO ARTE

Tel: 021 8282 2321 - 3286 6818 - 3553 3095

e-mail: fesn.fesn@ig.com.br

fesn@bol.com.br

Divulgação enviada pelo Ambietalista Sérgio Ricardo

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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

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Simpósio discute Jornalismo e Meio Ambiente. A cobertura é de 100 jovens educomunicadores

Jornalistas, gestores ambientais e educadores de todo o Brasil reúnem-se, entre 28 e 30 de outubro de 2008, em São Paulo, para discutir o tema da educação ambiental a partir da perspectiva da educomunicação. A proposta é do NCE – Núcleo de Comunicação e Educação da USP e do SESC- Vila Mariana que promovem, o VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação, com o tema Meio Ambiente, Jornalismo e Educomunicação. O evento contará com o co-patrocínio do Canal Futura, do International Institute of Journalism and Communication (Genebra, Suíça) e do Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e será realizado Rua Pelotas, 141, capital.

De acordo com Ismar de Oliveira Soares, da ECA/USP, coordenador geral do evento, o simpósio tem como objetivo aproximar comunicadores e educadores numa discussão sobre os melhores caminhos pra promover uma educação ambiental adequada aos paradigmas da Era da Informação.
Representando o Governo Federal, o Ministro Carlos Minc fará a palestra de abertura. Já o Ministério da Educação enviará Rachel Trajberg, que falará sobre a III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, uma ação conjunta do MEC e do MMA.
Entre os 45 conferencistas encontram-se Lúcia Araújo, Diretora do Canal Futura; André Trigueiro, da Globo News, Marcelo Leite, da Folha de São Paulo; Mathew Shirts, da Revista National Geographic; Herton Escobar, do Jornal O Estado de São Paulo; Paulo Lima, Revista Viração; Filomena Saleme, da Rádio Eldorado e Adalberto Marcondes, Diretor da Revista Digital Envolverde – Ambiente, Educação e Sustentabilidade. O evento contará, ainda, com Daniel Raviolo, sociólogo argentino e fundador da ONG Comunicação e Cultura, de Fortaleza, E, responsável por projeto de jornal em 1.200 escolas, possibilitando um mapeamento
dos problemas ecológicos do Nordeste elaborado por crianças e adolescentes da região, assim como Fábio Pena, da ONG Saúde e Alegria, de Santarém, PA, que faz uso da educomunicação na educação ambiental nas margens dos rios da Região Amazônica. A USP estará presente
através de professores como Eugênio Bucci (ECA), Marcus Sorrentino (ESALQ), Eda Tassari (Instituto de Psicologia), Pedro Jacobi e Sueli Furlan, ambos do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (Procam).

Mostras de documentários e atividades artísticas farão parte da programação, ao que se somará como uma série de workshops voltados à produção de documentários para Tv e de programa de rádio em escolas, bem como à mobilização multimediática em torno dos temas ambientais, com a presença de especialistas como Leonardo Menezes, do Globo Ecologia; Francisco Costa, do Ministério do Meio Ambiente e do Prof. Carlos Lima, Presidente do Comitê Gestor da Lei Educom, em São Paulo.

O simpósio contará com a cobertura jornalística, por parte de um grupo de 100 adolescentes de programas educomunicativos do NCE/USP e seus parceiros. As produções serão exibidas através da web-rádio e na programação do Canal Futura.

Um grupo de 100 adolescentes fará a cobertura educomunicativa do evento, com a assistência de 30 educomunicadores de organizações como o NCE/USP, o Canal Futura e o programa Nas Ondas do Rádio, da Prefeitura de São Paulo. As produções serão exibidas através da web-rádio e na programação do Canal Futura. Informações pelo telefone 5080 3142. Inscrições, com opções por atividades, pelo site www.sescsp.org.br.

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Niterói inaugura comitê da campanha “O petróleo tem que ser nosso!”

Fonte: Agência Petroleira de Notícias

( Veja fotografias da atividade.)

O movimento contra a privatização do petróleo e gás começa a se expandir. Na noite de terça, 21 de outubro, as organizações sociais de Niterói lançaram no teatro do DCE-UFF o comitê local da campanha “O petróleo tem que ser nosso”. O discurso oficial de lançamento foi proferido pelo diretor do Sindipetro-RJ Edson Munhoz.

A inauguração foi precedida pela exibição no DCE-UFF do filme Encontro com Milton Santos / O mundo global visto do lado de cá, de Sílvio Tendler. Mais cedo, diversas entidades e movimentos organizaram, na Praça Araribóia, no centro de Niterói, panfletagem e coleta de assinaturas para os abaixo-assinados pelo fim dos leilões do petróleo e re-estatização da Petrobrás, além do que reivindica a realização da Conferência Nacional de Comunicação. A aceitação para ambas as causas foi muito grande. Dezenas de listagens foram colhidas.
A próxima reunião do comitê Niterói do Fórum Nacional contra a Privatização do Petróleo e Gás ficou marcada para quinta, 30 de outubro, às 18h, na sala da diretoria do DCE. A idéia é que nessa reunião se debata a organização própria do comitê: periodicidade das reuniões, funcionamento, mobilização local e atividades.

Para mais informações do Comitê de Niterói, além de pegar panfletos, adesivos, listas de abaixo-assinado e outros materiais, entrar em contato com: José Carlos (Coordenador do Sindipetro-RJ) - 21-9963-3571 e Rafael Duarte (Agência Petroleira de Notícias) - 21-9879-8076.
www.apn.org.br

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terça-feira, 27 de maio de 2008

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Carlos Minc assume o Ministério do Meio Ambiente

27/05/2008
Suelene Gusmão e Daniela Mendes

O ambientalista Carlos Minc tomou posse nesta terça-feira (27) como ministro do Meio Ambiente. Minc foi empossado no cargo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma solenidade ocorrida, às 15h, no Palácio do Planalto. O ato solene de posse contou com a participação do vice-presidente da República, José Alencar; da ex-ministra do Meio Ambiente, senadora Marina Silva; da ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, e do secretário-executivo do MMA, João Paulo Capobianco.

Além dos componentes da mesa, a posse de Carlos Minc foi prestigiada por ministros do governo Lula, por governadores de vários estados brasileiros, parlamentares, embaixadores e diversas outras autoridades. Também compareceu à solenidade de posse a futura secretária-executiva do MMA, Izabella Mônica Vieira Teixeira.

Em seu discurso de saudação ao novo ministro, o presidente da República garantiu que a política ambiental não vai mudar e que será cumprido à risca o que está no programa de governo que o ajudou a se eleger por dois mandatos.

Transmissão de cargo
Durante a cerimônia de transmissão de cargo, no auditório da Agência Nacional de Águas, em Brasília, nesta terça-feira (27), o novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse que assume a pasta com o compromisso de fortalecer a gestão ambiental no país. "A área ambiental tem que se fazer respeitar", afirmou reforçando que o diálogo será o grande condutor desse processo. "Nós vamos pela linha do diálogo, com firmeza, nos fazendo respeitar", disse. Na solenidade, que contou com a presença de autoridades de diversos estados brasileiros como o ambientalista Paulo Nogueira Neto, Minc anunciou algumas das ações que pretende tomar à frente do MMA como a criação do Fundo Amazônico para garantir a floresta em pé na Amazônia. Segundo Minc, esse fundo será gerido pelo BNDES, mas com recursos privados. "O que está certo é um recurso doado pela Noruega, de US$ 100 milhões. Haverá um conselho gestor e um conselho científico e esses recursos serão sacados na proporção da diminuição do desmatamento", explicou. Além do Fundo, Minc também afirmou que vai agilizar o licenciamento ambiental de projetos garantindo, no entanto, maior rigor no processo; além de pedir ao Congresso Nacional urgência na votação do projeto de lei complementar que regulamenta o artigo 23 da Constituição Federal e solicitar, ao Conselho Nacional do Meio Ambiente, uma nova resolução que aumente as exigências para a emissão de poluentes na atmosfera. Em seu discurso, o novo ministro do Meio Ambiente falou sobre suas realizações à frente da Secretaria do Ambiente do Rio de Janeiro como, por exemplo, a criação do segundo maior parque estadual do Rio e a aprovação de um decreto de compensação energética. Minc também garantiu que o programa do governo Lula para o meio ambiente não mudará em sua gestão. "Conto com vocês nessa transição, para continuar todos os sonhos, todos os ideais da ministra Marina Silva. Nós temos capacidade de alavancar o desenvolvimento sustentável e encontrar soluções para a indústria, para a sojicultura, para o manejo florestal e que o licenciamento ambiental seja um instrumento de defesa da vida das pessoas e dos nossos ecossistemas", disse Minc. Ele disse ainda que está disposto a negociar com os setores madeireiro e sojicultor, linhas de crédito para garantir a sustentabilidade nos processos de extração da madeira e de fabricação do óleo vegetal. "Já conversei com os setores e eles se mostraram entusiasmados com a minha proposta", afirmou o ministro. A transmissão do cargo foi feita pelo ex-ministro interino do Meio Ambiente João Paulo Capobianco. Na ocasião, Capobianco destacou o esforço de toda a equipe do MMA para garantir que as ações implementadas pelo ministério fossem estruturantes e não pirotécnicas e relembrou alguns desafios enfrentados como a aprovação da Lei de Gestão de Florestas Públicas que, em sua avaliação, é uma lei de desenvolvimento sustentável. "Nós temos uma missão que é de dar ao Brasil a possibilidade real de ter uma agenda ambiental à altura do Brasil que nós temos", defendeu Capobianco. Ele disse ao novo ministro acreditar que essa gestão vai se beneficiar dos acúmulos da gestão anterior e avançar ainda mais numa nova agenda ambiental. "Está claro para mim e para a equipe que estamos fazendo não uma transmissão, mas uma continuidade e um aprimoramento para uma nova agenda que vai se beneficiar dos acúmulos e buscar avançar mais", destacou Capobianco. Entre os primeiros compromissos de Minc como ministro está uma viagem para Bonn, na Alemanha, nesta quarta-feira (28), onde participará de uma reunião de ministros de Meio Ambiente na Conferência das Partes (COP-9) da Convenção sobre Diversidade Biológica da Organização das Nações Unidas e uma reunião, na sexta-feira (30), com os governadores dos estados da Amazônia, em Belém, no Pará.

Curriculum Carlos Minc
Nascido em julho de 1951, no Rio de Janeiro, Carlos Minc é casado e pai de dois filhos.
Estudou no Colégio Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e, em 1967, foi vice-presidente da Ames (Associação Metropolitana dos Estudantes Secundaristas).
Líder estudantil, participou ativamente da resistência contra a ditadura militar, sendo preso em 1969, com 18 anos, e exilado. Em 1979, com a Anistia, voltou ao Brasil.
Economista, foi professor-adjunto do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), obteve o mestrado em Planejamento Urbano e Regional pela Universidade Técnica de Lisboa (1978) e doutorou-se em Economia do Desenvolvimento pela Universidade de Paris I - Sorbonne (1984).
Eleito deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 1986, Carlos Minc está em seu sexto mandato consecutivo.
Em 2007, Carlos Minc foi nomeado Secretário de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro.
Em 27 de maio de 2008, é empossado como Ministro de Estado do Meio Ambiente.
Fundador do Partido Verde (PV), Carlos Minc foi eleito deputado estadual pela primeira vez pelo PV. Em 1990, 1994 e 1998 foi reeleito pelo Partido dos Trabalhadores (PT).
Em1989, recebeu o Prêmio Global 500, concedido pela ONU aos que se destacam mundialmente nas lutas em defesa do meio ambiente.
Com 130 leis aprovadas, sua ação parlamentar abrange temas como a defesa do meio ambiente, segurança pública, saúde no trabalho, ética na política e fiscalização do orçamento e da execução orçamentária do Estado do Rio de Janeiro.

Publicações /Como Fazer Movimento Ecológico/ (Editora Vozes; 1985),
/A Reconquista da Terra /(Editora Zahar; 1986),/Ecologia e Política no Brasil /(Espaço e Tempo/Iuperj; 1987), organizado por José Augusto Pádua, em co-autoria com Fernando Gabeira e outros,/Despoluindo a Política /(Editora Relume Dumará; 1994), /Ecologia e Cidadania/ (Editora Moderna; 1997), está na terceira edição.

Adotado por 120 escolas públicas e privadas do Brasil, o livro /Ecologia e Cidadania /aborda temas como ecologia urbana e do trabalho, educação ambiental e o meio ambiente na história.
Íntegra do discurso do ministro Carlos Minc: Parte 1 Parte 2 Parte 3
Fonte: ASCOM

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