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quarta-feira, 1 de julho de 2009

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Prefeitura garante saúde bucal para população de Casimiro de Abreu

Foto: Michelle Reis

Neste mês a Secretaria de Saúde viabilizará algumas novidades para beneficiar ainda mais a população de Casimiro de Abreu: a contratação de um odontopediatra (dentista especialista em tratamento com crianças) e a colocação de prótese dentária, através do Centro de Especialidades Odontológicas, que funciona por conta de uma parceria entre o Governo Municipal e Governo Federal.



Segundo a coordenadora do CEO, Débora Motta, serão oferecidas 10 próteses dentárias por mês, sem qualquer custo para o interessado, e a disponibilidade de um profissional específico para atendimento infantil facilitará ainda mais a agilidade nos serviços oferecidos pelo Centro.



O Centro de Especialidades Odontológicas tem uma equipe de dentistas especialistas em ortodontia (correção dentária – colocação de aparelho), periodontia (tratamento de gengiva), endodontia (tratamento de canal), bucomaxilo (cirurgias, extração), e ainda um profissional específico para atendimento de pessoas portadoras de necessidades especiais. Cerca de 500 atendimentos são realizados por mês.



Para se dar uma idéia da importância de serviços como estes viabilizados gratuitamente pela Secretaria Municipal de Saúde, um canal na rede particular custa em média R$ 600. No CEO todo o tratamento é de graça, incluindo a manutenção, quando um paciente coloca aparelho para a correção dos dentes.



É válido ressaltar que antes do tratamento especializado, a comunidade tem a disposição a saúde básica bucal. Esse programa é oferecido em 10 postos da Estratégia Saúde da Família existentes no município. Todos eles possuem um consultório dentário, onde tratamentos básicos como os de limpeza, obturação e extração são realizados.



"É fundamental que o primeiro atendimento aconteça em um destes postos. A partir da avaliação feita pelos dentistas da saúde básica, os pacientes podem ser encaminhados para um tratamento mais especializado, oferecido no CEO", informou a subsecretária de Saúde, Magna Miranda.



Para os interessados em cuidar da saúde bucal é necessário procurar uma das unidades da ESF para agendar uma consulta.



"O mar é lago sereno


O céu, um manto azulado"


Casimiro de Abreu



Fonte: ASCOM – Jornalismo (Michelle Reis)


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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

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Abifibro apóia decisão de Minc contra o uso de amianto

3/2/2009

Roberta Provatti

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, anunciou hoje, no Fórum Social Mundial em Belém, PA, a assinatura da portaria nº 43/09, que proíbe o uso de qualquer tipo de asbesto/amianto pelo Ministério e por seus órgãos vinculados: Instituto Brasileiro de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Serviço Florestal Brasileiro (SFB), Agência Nacional de Águas (ANA), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Entre as doenças relacionadas ao asbesto/amianto estão a asbestose (doença crônica pulmonar de origem ocupacional) e cânceres do trato respiratório e gastrointestinal.

A Associação Brasileira das Indústrias e Distribuidores de Produtos de Fibrocimento (Abifibro), que tem trabalhado pelo banimento do amianto no Brasil, apóia a decisão do ministro. A entidade tem divulgado o posicionamento de órgãos, como a Organização Mundial da Saúde, que reconhece o amianto (ou asbesto), também do tipo crisotila (amianto branco), assim como todas as demais espécies deste mineral, como altamente perigoso.

Também a Organização Internacional do Trabalho (OIT), assim como o Programa Internacional de Segurança Química (IPCS) da OMS, recomendam a substituição do amianto, inclusive o crisotila, por materiais alternativos.

A própria Lei Federal brasileira 9.055/95, assinada pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, deixa claro o caráter nocivo à saúde, do amianto do tipo crisotila. E não é só. A Resolução 348, de 16 de agosto de 2004, do Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA), classifica os resíduos da construção civil contendo amianto crisotila na categoria de “Produtos Perigosos à Saúde” (chamada classe D) e exige sua colocação em aterro industrial apropriado para o lixo perigoso.

O argumento dos defensores ao uso controlado do amianto, que diz que o tipo crisotila – aquele ainda usado no Brasil - não oferece riscos à saúde, é fortemente contestado. Atualmente, 48 países proíbem a extração, produção, comercialização e utilização de todos os tipos de amianto.

O Brasil ainda não figura neste cenário, mas conta com tecnologia e insumos adequados para a substituição, como as fibras de PVA – poli álcool vinílico, e o PP – polipropileno, este último produzido e disponível no Brasil. Usadas na fabricação dos produtos de fibrocimento, possuem padrão mundial de qualidade similar aos fabricados com amianto.

Em 2003, a Abifibro solicitou ao Ministério da Saúde análises das alternativas PVA e PP para aplicação em telhas, caixas d’água e outros. A conclusão dos estudos divulgada no ofício nº 1145/GM, do Ministério da Saúde, de 23/12/04, diz que as fibras de PVA e PP são caracterizadas como não respiráveis e seguras à saúde.

O Brasil assinou acordo na Convenção OIT 162 e, também, na Lei n. 9055/95 de substituir o amianto, inclusive o crisotila, por outros materiais ou tecnologias não nocivos à saúde humana, mas ainda não tomou esta iniciativa, apesar de já contar com sucedâneos.

O esforço da Abifibro na luta pelo banimento do amianto é apoiado por entidades ligadas a este debate, parlamentares, ambientalistas, especialistas em saúde do Brasil e do mundo, além dos órgãos já citados acima. A entidade defende o uso dos produtos de fibrocimento no Brasil e em outros países, fabricados com tecnologia e insumos ambientalmente responsáveis e reconhecidamente seguros, com relação à saúde, tanto no processo de produção, como na utilização pelos consumidores.

Fonte: Portal do Meio Ambiente

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quarta-feira, 5 de novembro de 2008

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Divulgando

Amig@s e Companheir@s,

Como já é do conhecimento das pessoas integrantes da Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA), especialmente as que participam dos GTs Químicos e de Combate ao Racismo Ambiental, estamos realizando um levantamento para a organização de um Mapa de conflitos envolvendo injustiça ambiental e Saúde no Brasil - um projeto elaborado pela Fase e executado pela Fiocruz, com o apoio do Departamento de Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde.

O objetivo deste formulário é recolher denúncias variadas, envolvendo injustiças ambientais e riscos para a saúde, se possível antes mesmo que o problema se torne uma ameaça real para as populações envolvidas. Além de disponibilizar essa informação para o Ministério e para as pessoas que têm o dever institucional de evitar que o problema se agrave, estaremos igualmente socializando a questão entre as entidades da sociedade civil, possibilitando o monitoramento e a cobrança das ações governamentais a respeito. Esses dados serão também utilizados para a organização das conferências locais e para a preparação da Conferência Nacional de Saúde e Meio Ambiente, prevista para outubro de 2009.

O formulário tem por título Denúncias sobre injustiça ambiental e saúde no Brasil,
e o link para ele é http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=2220

Espero contar com o seu apoio.

Abraços,

Tania Pacheco.

Visite o nosso sítio: http://www.justicaambiental.org.br

Caso deseje maiores informações escreva para rbja@fase.org.br

Fonte: Ambientalista Sérgio Ricardo

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