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sexta-feira, 5 de junho de 2009

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Parceria entre Prefeitura e Governo Estadual gera emprego e renda para moradores de Casimiro de Abreu

Na tarde da última terça-feira (2), o prefeito Antônio Marcos se reuniu com o chefe do setor de Cooperativismo da Secretaria Estadual de Trabalho e Renda, Antônio Carlos de Souza, para viabilizar a criação de diversas cooperativas no município. A intenção, segundo ele, é gerar emprego e renda para a população casimirense. "Estamos buscando alternativas para gerar emprego e renda para os munícipes", disse o prefeito.

Estação de Trem de Casimiro de Abreu

Durante o encontro ficou definido que, inicialmente, apenas os servidores municipais que terão seus contratos encerrados agora no mês de junho poderão integrar as cooperativas. "O objetivo da Prefeitura é amparar os profissionais que serão dispensados no fim do mês – devido ao término do contrato –, dando a elas uma oportunidade de obter seu próprio sustento dentro de suas vocações e capacitações", revelou Antônio Carlos.


Ainda de acordo com o representante da SETRAB, as cooperativas deverão começar a funcionar em agosto e beneficiarão cerca de 400 pessoas. "Vamos fazer um levantamento de demanda para definirmos quais os tipos de cooperativas que serão implantadas em Casimiro de Abreu. A princípio, serão cooperativas de Corte e Costura, Construção Civil, Mecânica, Artesanato, entre outras", revelou.


Após a conversa, a comitiva, que também contou com a presença do vereador Marcos Miller, o Marquinhos da Vaca Mecânica, percorreu diversos pontos da cidade a fim de encontrar um local que possa abrigar as cooperativas. "Pelo que eu pude ver, Casimiro de Abreu possui ótimos espaços. Esta parceria vem dando certo em outros municípios e aqui não vai ser diferente", garantiu Antônio Carlos.


*(Guilherme Duarte)*


/"Oh! Que saudades que tenho,/


/da aurora da minha vida/


/da minha infância querida/


/que os anos não trazem mais"./



*Casimiro de Abreu*



Fonte: ASCOM - Jornalismo jornalismo.ascom@casimiro.rj.gov.br


Fonte da Foto: Hôtelier News


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sábado, 1 de novembro de 2008

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Metalúrgicos fecham rodovia para exigir que obras da Petrobrás fiquem no país

Cerca de cinco mil trabalhadores fecharam em ambos os sentidos, por quase três horas, a Rodovia Rio-Santos, na altura do km 469, em Angra dos Reis. Eles querem que a Petrobrás mantenha as obras da construção de plataformas no país. O protesto foi organizado pelos sindicatos dos metalúrgicos do Rio, Angra e Niterói.

O protesto também foi para denunciar as demissões que vêm ocorrendo. Neste momento, cerca de oito mil trabalham nos estaleiros de Angra, principalmente nas P-51 e P-52, porém a P-51 deve ser finalizada ainda este ano. Com isso, uma parte desses trabalhadores ficarão desempregados, caso nenhuma outra obra seja contratada.

Desde janeiro de 2003, 26 plataformas foram contratadas no exterior, com um custo de mais de 19 bilhões. Segundo o presidente do Sindicato de Angra, Paulo Ignácio, caso essas obras fossem feitas no Brasil, poderiam ser gerados até 40.000 empregos.

Segundo o presidente do Sindimetal/Rio, Alex Santos, “a demanda da construção de novas plataformas e navios é grande no país, sendo o Rio de Janeiro o maior pólo de construção naval do país”.

No começo do mês, a P-51, a primeira plataforma semi-submersível construída integralmente no Brasil, chegou a ser batizada pelo presidente Lula. A unidade conta com o conteúdo local acima de 75% de bens e serviços adquiridos de fornecedores nacionais.

No próximo sábado (1º), os metalúrgicos pretendem ter um encontro com o governador Sérgio Cabral em Angra dos Reis. Eles querem cobrar o apoio de Cabral para manter a construção das plataformas no Brasil.

Denúncia na Câmara dos Deputados

Nesta quarta-feira (29), o deputado federal Edmilson Valentim, que é presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Indústria Marítima, fez um discurso na Câmara dos Deputados registrando o protesto dos trabalhadores. “Há uma preocupação de que haja uma mudança na postura adotada pela Petrobrás durante o governo Lula. Até então, a Petrobrás adotou uma posição mais pró Estado, defendendo os interesses que beneficiam a sociedade brasileira e não apenas o do capital ou de seus acionistas”, disse o parlamentar.

Edmilson disse ainda que “apesar do impacto altamente positivo que a construção em território nacional destas embarcações vem trazendo ao país, a direção da Petrobrás optou por um formato de contratação e licitação que tem beneficiado os grandes estaleiros internacionais. Mais recentemente, a licitação para construção da plataforma P-57 foi vencida pelo estaleiro Single Buoy Mooring (SBM). Segundo informações divulgadas pela empresa, apenas uma parte da construção poderia ser feita no Brasil. Em termos financeiros, significa um pouco mais de US$ 85 milhões investidos aqui, contra US$ 1 bilhão e 300 milhões do custo total da obra”.

Fonte: Alerta Rio

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terça-feira, 27 de maio de 2008

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"A Amazônia é dos brasileiros", assegura o presidente Lula

27/5/2008
Sônia Araripe

Para um auditório lotado de empresários, executivos, economistas e políticos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assegurou, na manhã desta segunda-feira (26), na abertura do 20º Fórum Nacional, que a Amazônia tem dono, em resposta ao recente material (vídeo e editorial) divulgado pelo The New York Times alegando que diante do aumento do desmatamento na região, o Brasil não deveria ser o único a zelar pela imensa área.
"O mundo precisa entender que a Amazônia brasileira tem dono e que o dono da Amazônia é o povo brasileiro, são os índios, os seringueiros, os pescadores, somos nós, que somos brasileiros, e que temos consciência de que é preciso diminuir o desmatamento, é preciso diminuir as queimadas",
Lula garantiu que vai convencer o mundo que o debate dos biocombustíveis está na mão errada. "Estaremos na reunião da FAO, na próxima semana, em Roma, para mostrar ao mundo que não é a produção do biocombustível que está causando ou aumentando a crise de alimentos", afirmou.
O presidente também criticou os subsídios dos países desenvolvidos aos produtores locais. "Não há o menor sentido para que Estados Unidos e Europa continuem com suas políticas restritivas no campo da agricultura, os subsídios e o protecionismo agrícola que semeiam obstáculos no caminho da Rodada Doha e são também os principais fatores que estimulam a inflação mundial de alimentos", disse.
Sobre a produção de combustíveis alternativos, Lula reiterou o papel relevante do Brasil, reduzindo a emissão de gás carbônico, enquanto outras nações desenvolvidas não cumprem seu papel. "O Protocolo de Kyoto já faliu. Nós estamos fazendo a nossa parte, retirando cerca de 800 milhões de CO2 do ar."
Na abertura do Fórum Nacional, coordenado pelo ex-ministro João Paulo dos Reis Velloso, que este ano completa 20 anos de debate intenso sobre o futuro do país, o presidente Lula destacou o caráter social e de distribuição de renda de seus dois mandatos. "Não podem jogar nas nossas costas uma culpa que não é só nossa. Ninguém fez mais do que nós nestes 20 anos pela inclusão dos mais pobres."
Em um discurso lido, pontuado por frases de efeito e improvisos, Lula, bem humorado, brincou com os economistas. "São pessoas importantes. Mas a maioria erra. Errou nos últimos anos", arrancanco risos da platéia e mesmo do convidado principal do evento, o Prêmio Nobel de Economia, o americano Edmund Phelps.
O fim da CPMF voltou a ser criticado pelo presidente. "Tiraram cerca de US$ 40 bilhões da economia. E não vi nenhum produto cair de preço. Nem um centavo. Quem perde são os que precisam do Estado". Lula voltou a defender uma presença forte do Estado na economia.
O encontro reúne até sexta-feira (30), no Rio de Janeiro, especialistas para debater a economia nacional.

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