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sábado, 1 de novembro de 2008

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JUSTIÇA CANCELA AUDIÊNCIA PÚBLICA

JUSTIÇA CANCELA AUDIÊNCIA PÚBLICA QUE PRETENDIA AUTORIZAR A CONSTRUÇÃO DE MEGA-DEPÓSITO DE LIXO QUÍMICO E INDUSTRIAL EM PARACAMBI QUE COLOCARIA EM RISCO

O RIO GUANDU QUE ABASTECE 8 MILHÕES DE PESSOAS NO GRANDE RIO

 

Hoje à noite (dia 30/10) a Juíza de Paracambi, Dra. Luciana Fiala de Siqueira Carvalho, deferiu favoravelmente 2 Ações Populares Ambientais impetradas pelo ecologista Sérgio Ricardo e pela ONG Quinto Elemento e cancelou a Audiência Pública convocada pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente, FEEMA e CECA para licenciar a implantação de mega-depósito de lixo químico e industrial de propriedade da empresa Essencis a ser instalado no Município de Paracambi, na bacia hidrográfica do Rio Guandu, colocando em risco e vulnerável o abastecimento de 8 milhões de pessoas na Região Metropolitana do Rio de Janeiro e na Capital (Rio de Janeiro).

 

A Juíza concluiu que o processo de licenciamento ambiental da Essencis não salvaguardava os interesses da sociedade e que houve pouca publicidade na divulgação dos estudos técnicos do projeto, o que limitava a participação da comunidade na audiência. Também avaliou que não houve prévia consulta ao Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Guandu e nem ao Conselho Gestor da APA do Guandu, que são órgãos de gestão colegiada; e que também não foram realizados o estudo de Sinergia previsto na lei estadual No. 3111, que são obrigatórios antes da concessão da licença.

 

Em sua decisão que suspendeu a audiência prevista para hoje, às 19hs, no Cine Imperial de Paracambi, a Juíza afirma ainda que o empreendimento industrial por seu potencial poluidor afetará a saúde e colocará em risco o abastecimento de água para grande parte da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A liminar obriga ainda o governo do estado e a empresa a realizarem audiências públicas, tantas quantas forem necessárias, nos diversos municípios da bacia drenante do Rio Guandu: Rio, Nova Iguaçu, Seropédica, Paracambi, Queimados, Japeri, Paulo de Frontin, Miguel Pereira, Mendes etc.

 

A mega-lixeira industrial (aterro), com investimento projetado de R$ 18 milhões, está projetada em plena área de influência da APA- Área de Proteção Ambiental do RIO GUANDU, e tem capacidade de disposição de 2 milhões de m3 de resíduos, com disposição anual de 10 mil toneladas/ano.

 

Uma multidão de moradores estava presente hoje no cinema da cidade, a maioria se manifestando contra a construção do depósito de lixo perigoso na cidade. Os autores das ações judiciais alegam que é ilegal e inapropriado tecnicamente a instalação numa área de manancial e APA de uma central de tratamento de RESÍDUOS INDUSTRIAIS CLASSE I PERIGOSOS, compreendendo ainda unidade de blendagem de resíduos para destinação em co-processamento, aterro industrial classes IIa e IIb, unidade de tratamento de efluentes líquidos, unidade de biopilha e galpão de estocagem de resíduos industriais.

 

O município de Paracambi tem população de aproximadamente 40 mil habitantes e encontra-se em uma área de várzea incrustada na Serra do Mar, contribuindo em sua rede de drenagem com o Rio dos Macacos um dos mais importantes rios tributários do Ribeirão das Lages, que vem a ser o principal rio tributário da Bacia do Rio Guandu, responsável pelo abastecimento de 8 milhões de habitantes da região metropolitana do Rio de Janeiro. Além disso, o município de

Paracambi está inserido na área de abrangência da APA - Área de Proteção Ambiental do Rio Guandu, no limite das regiões da Baixada Fluminense com a Região do Centro Sul Fluminense.

 

 

Paracambi mantêm grande parte de seu território com vocação Rural e principalmente com áreas de grande importância para o Ecoturismo Regional, principalmente no que tange ao desenvolvimento de atividades de esporte de aventura.

 

Próximo à área do Parque Industrial de Paracambi, no Município de Seropédica, encontra-se a Unidade de Conservação FLORESTA NACIONAL MÁRIO XAVIER, na antiga estrada RIO/SÃO PAULO - Km 51- SEROPÉDICA - R.J;

 

De acordo com o ecologista Sérgio Ricardo, fundador e ex-membro do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Guandu, “há risco real ao abastecimento público da Região Metropolitana e da Capital (Rio de Janeiro) com a possível instalação de um mega depósito de lixo químico nas proximidades do Rio Guandu. Caso ocorra algum acidente os impactos seriam irreversíveis, com ameaças ao abastecimento de água potável e, portanto, à vida de milhões de pessoas. É uma irresponsabilidade os órgãos ambientais do estado (FEEMA, CECA e da Secretaria Estadual de Meio Ambiente) sequer cogitarem a hipótese de autorizar a construção desta poluidora lixeira industrial numa região considerada Área de Proteção Ambiental (APA do RIO GUANDU) e em área de manancial. A cidade de Paracambi não tem parque industrial significativo, pelo contrário é uma região de perfil essencialmente rural. Por isso, considero esta escolha locacional equivocada é um ato de Racismo Ambiental já que os governantes e uma grande empresa poluidora escolheram sem critérios técnicos transparentes e democráticos este município para ser transformado na lixeira industrial da Região Metropolitana.

 

O projeto da Essencis também prevê que Paracambi receberá lixo industrial das zonas industriais da cidade do Rio de Janeiro, da Baixada Fluminense, do Médio Paraíba (RJ), do Vale do Paraíba paulista, da Região Metropolitana de SP e da Grande Belo Horizonte, sendo que estas regiões brasileiras correspondem a cerca de 60% do volume de geração de resíduos tóxicos no país!

 

Isso vai condenar esta cidade a ser vista eternamente como um grande cemitério de lixo químico, altamente perigoso e danoso à saúde pública. Paracambi não pode ser transformada na lixeira industrial da Região Metropolitana, não queremos uma nova de Cubatão em nosso estado!”, alerta.

 

 

Já o Prof. Felipe da Costa Brasil, Agrônomo e Coordenador de cursos na área ambiental em Vassouras, destaca “a vulnerabilidade ambiental da região em especial dos corpos hídricos, como os rios do Macaco e o guandu, bem como o Sistema Ribeirão das Lages. A vocação das cidades da região é para o Ecoturismo, o turismo rural, a agricultura agrecológica e a produção de alimentos para os centros urbanos. É um grande equívoco instalar um grande depósito de lixo químico numa cidade que nunca teve característica de área industrial. Há graves riscos à saúde e aos corpos hídricos, afirma.

 

 

EMPREENDIMENTO TEM HISTÓRICO DE ILEGALIDADES:

 

A Resolução CONAMA 01/86 determina que qualquer licenciamento de IMPACTO REGIONAL que exija EIA/RIMA deverá ser amplamente debatido com a população das áreas de influência direta e indireta do empreendimento, quantas vezes for necessário. Só após o convencimento da sociedade é que o órgão ambiental poderá autorizar a liberação da LP.

 

O que ocorre, é que existem algumas questões importantes que devem ser esclarecidas e questionadas sobre este pedido de Licença, como por exemplo, a grande insistência dos gestores públicos municipais em aparelhar o município de Paracambi com empresas de natureza suja e poluidora há mais de 5 anos.

 

Inclusive tendo revogada pela maioria dos vereadores, sem ouvir a população, uma Lei municipal que até os 2 últimos anos não permitia a entrada deste tipo de empreendimento no município. Lei esta que foi referência Nacional para outros municípios ameaçados por depósitos de lixo químico e industrial.  Sabe-se que existe uma histórica luta no Brasil entre os moradores de Curitiba e Magé contra esta mesma empresa, e que a mesma já tentou por inúmeras vezes se instalar em Seropédica e Paracambi, não obtendo êxito, sendo amplamente

combatida por representações importantes da Sociedade Civil organizada.

 

Até hoje não foi aprovado pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente o Plano de Manejo desta APA, que com certeza não irá permitir este tipo de empreendimento: o Conselho Gestor da APA, que a exemplo de outros similares deveria ter a participação dos moradores e movimentos sociais, nunca saiu do papel!.

 

 

A Audiência Pública está causou um grande transtorno na cidade, com um grande clamor público contrário ao Licenciamento no Município, uma vez que os impactos positivos propostos estão baseados em promessas de empregos (o que sabemos não ser o ideal, uma vez que a mão-de-obra absorvida de Paracambi seria irrisória) e o recebimento de parte do Lixo da cidade por um período de 4 anos, o que é um absurdo! O Aterro Sanitário prometido desde 2003, e o encerramento do LIXÂO da Cidade, que dobrou de volume nos últimos 5 anos não foram realizadas pela Prefeitura.

 

 

A população está revoltada porque a menos de 2 anos, estiveram todos reunidos em uma Audiência Pública para o licenciamento do Aterro Sanitário de Paracambi (Que tem a LP concedida pela CECA/FEEMA), onde foram prometidos mundos e fundos, e nada saiu do papel. Sabe-se inclusive que foi ventilada a vinda de um aterro coletivo (4 municípios) para a cidade.

 

 

Também há dois anos o Deputado Dionísio Lins - PP, solicitou uma Audiência Pública ao Deputado André do PV (Presidente da Comissão de Meio Ambiente da ALERJ), para discutir a intenção da empresa Essencis em se instalar em Paracambi.

 

Na audiência pública, ficou constatada a indignação de vários moradores, técnicos e ecologistas e por diferentes autoridades do setor ambiental sobre a escolha da empresa por Paracambi. O deputado André do PV, inclusive se comprometeu a realizar uma vistoria na sede da empresa em Magé, e uma Audiência Pública em Magé e outra em Paracambi, que não foram realizadas. Desta maneira, os trabalhos da Comissão de Defesa do Meio Ambiente ainda não foram concluídos, o que poderá ser visto na ATA da Audiência pública publicada nos ANAIS da ALERJ.

 

VAMOS NOS MOBILIZAR PARA IMPEDIR MAIS ESTE CRIME ECOLÓGICO E CONTRA A SAÚDE

PÚBLICA!

 

Maiores informações:

Ambientalista Sérgio Ricardo – Tel. (21) 9734-8088

Prof. Felipe Brasil – Tel. (21) 9359-0051

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terça-feira, 28 de outubro de 2008

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URGENTE – RIO GUANDU QUE ABASTECE 9 MILHÕES DE PESSOAS AMEAÇADO POR MEGA-DEPÓSITO DE LIXO QUÍMICO

No próximo dia 30 de outubro, quinta-feira, será realizada Audiência Pública sobre a implantação de mega-depósito de lixo químico e industrial de propriedade da empresa Essencis a ser instalado no Município de Paracambi que colocará em risco e vulnerável o Rio Guandu que abastece 9 milhões de pessoas na Região Metropolitana do Rio de Janeiro e a Capital.

A mega-lixeira industrial está projetada em plena área de influência da APA - Área de Proteção Ambiental do RIO GUANDU, sendo, portanto ilegal e inapropriado tecnicamente a instalação de uma central de tratamento de RESÍDUOS INDUSTRIAIS, compreendendo unidade de blindagem de resíduos para destinação em co-processamento,

aterro industrial classes IIa e IIb, unidade de tratamento de efluentes líquidos, unidade de biopilha e galpão de estocagem de resíduos industriais. A audiência publica será realizada as 19 h, no Cine Imperial - Rua Dominique Level nº 30, Centro, Paracambi.

O município de Paracambi tem população de aproximadamente 40 mil habitantes e encontra-se em uma área de várzea incrustada na Serra do Mar, contribuindo em sua rede de drenagem com o Rio dos Macacos um dos mais importantes rios tributários do Ribeirão das Lages, que vem a ser o principal rio tributário da Bacia do Rio Guandu, responsável pelo abastecimento de 9 milhões de habitantes da região metropolitana do Rio de Janeiro. Além disso, o município de Paracambi está inserido na área de abrangência da recém criada APA do Rio Guandu, no limite das regiões da Baixada Fluminense com a Região do Centro Sul Fluminense.

Paracambi mantêm grande parte de seu território com vocação Rural e principalmente com áreas de grande importância para o Ecoturismo Regional, principalmente no que tange ao desenvolvimento de atividades de esporte de aventura.

Próximo à área do Parque Industrial de Paracambi, no Município de Seropédica, encontra-se a Unidade de Conservação FLORESTA NACIONAL MÁRIO XAVIER, na antiga estrada RIO/SÃO PAULO - Km 51- SEROPÉDICA-RJ.

De acordo com o ecologista Sérgio Ricardo, fundador e ex-membro do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Guandu, “há risco real ao abastecimento público da Região Metropolitana e da Capital (Rio de Janeiro) com a possível instalação de um mega depósito de lixo químico nas proximidades do Rio Guandu. Caso ocorra algum acidente os impactos seriam irreversíveis, com ameaças ao abastecimento de água potável e, portanto, à vida de milhões de pessoas. É uma irresponsabilidade os órgãos ambientais do estado (FEEMA e Secretaria Estadual de Meio Ambiente) sequer cogitarem a hipótese de autorizar a construção desta lixeira industrial numa região considerada Área de Proteção Ambiental (APA do RIO GUANDU). A cidade de Paracambi não tem parque industrial significativo, pelo contrário é uma região de perfil essencialmente rural. Considero um ato de Racismo Ambiental em que os governantes e as grandes empresas poluidoras em conjunto e de forma articulada - escolhem deliberadamente municípios mais pobres, de organização social frágil e distantes do local onde se realiza a produção industrial de maior potencial poluidor, condenando estas cidades pequenas a serem vistas eternamente como um grande cemitério de lixo químico, altamente perigoso e danoso à saúde pública. Paracambi não pode ser transformada na lixeira industrial da Região Metropolitana, não queremos uma nova de Cubatão em nosso estado!”, alerta.

Já o Prof. Felipe da Costa Brasil, Agrônomo e Coordenador de cursos na área ambiental em Vassouras, destaca “a vulnerabilidade ambiental da região em especial dos corpos hídricos, como os rios do Macaco e o guandu, bem como o Sistema Ribeirão das Lages. A vocação das cidades da região é para o Ecoturismo, o turismo rural, a agricultura agro ecológica e a produção de alimentos para os centros urbanos. É um grande equívoco instalar um grande depósito de lixo químico numa cidade que nunca teve característica de área industrial. Há graves riscos à saúde e aos corpos hídricos, afirma.

EMPREENDIOMENTO TEM HISTÓRICO DE ILEGALIDADES:

A Resolução CONAMA 01/86 determina que qualquer licenciamento de IMPACTO REGIONAL que exija EIA/RIMA deverá ser amplamente debatido com a população das áreas de influência direta e indireta do empreendimento, quantas vezes for necessário. Só após o convencimento da sociedade é que o órgão ambiental poderá autorizar a liberação da LP.

O que ocorre, é que existem algumas questões importantes que devem ser esclarecidas e questionadas sobre este pedido de Licença, como por exemplo, a grande insistência dos gestores públicos municipais em aparelhar o município de Paracambi com empresas de natureza suja e poluidora há mais de 5 anos.

Inclusive tendo revogado uma Lei municipal que até os 2 últimos anos não permitia a entrada deste tipo de empreendimento no município. Lei esta que foi referência Nacional para outros municípios ameaçados por depósitos de lixo químico e industrial. Sabe-se que existe uma histórica luta no Brasil entre os moradores de Curitiba e Magé contra esta mesma empresa, e que a mesma já tentou por inúmeras vezes se instalar em Seropédica e Paracambi, não obtendo êxito, sendo amplamente combatida por representações importantes da Sociedade Civil organizada.

Até hoje não foi aprovado pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente o Plano de Manejo desta APA, que com certeza não irá permitir este tipo de empreendimento: o Conselho Gestor da APA, que obrigatoriamente deve ter participação dos moradores e movimentos sociais, nunca saiu do papel!.

Outra questão importante, é que esta Audiência Pública está causando um grande transtorno na cidade, com um grande clamor público contrário ao Licenciamento no Município, uma vez que os impactos positivos propostos estão baseados em promessas de empregos (o que sabemos não ser o ideal, uma vez que a mão-de-obra absorvida de Paracambi seria irrisória) e o recebimento de parte do Lixo da cidade por um período de 4 anos, o que é um absurdo! Onde está o Aterro Sanitário Prometido desde 2003, e o encerramento do LIXÂO da Cidade, que dobrou de volume nos últimos 5 anos.

A população está revoltada porque a menos de 2 anos, estivemos todos reunidos em uma Audiência Pública para o licenciamento do Aterro Sanitário de Paracambi (Que tem a LP concedida pela CECA/FEEMA), onde foram prometidos mundos e fundos, e nada saiu do papel. Sabe-se inclusive que foi ventilada a vinda de um aterro coletivo (4 municípios) para a cidade.

Devemos lembrar também, que a dois anos o Deputado Dionísio Lins - PP, solicitou uma Audiência Pública ao Deputado André do PV (Presidente da Comissão de Meio Ambiente da ALERJ), para discutir a intenção da empresa Essencis em se instalar em Paracambi. Na audiência pública, ficou constatada a indignação de vários moradores da cidade e por diferentes autoridades do setor ambiental sobre a escolha da empresa por Paracambi. O deputado André do PV, inclusive se comprometeu a realizar uma vistoria na sede da empresa em Magé, e uma Audiência Pública em Magé e outra em Paracambi, que não foram realizadas. Desta maneira, os trabalhos da Comissão de Defesa do Meio Ambiente ainda não foram concluídos, o que poderá ser visto na ATA da Audiência pública publicada nos ANAIS da ALERJ.

VAMOS NOS MOBILIZAR PARA IMPEDIR MAIS ESTE CRIME ECOLÓGICO E CONTRA A SAÚDE PÚBLICA!

Maiores informações:

Ambientalista Sérgio Ricardo – Tel. (21) 3366-1898, 9734-8088

Prof. Felipe Brasil – Tel. (21) 9359-0051

Leiam a ATA da Audiência que ocorreu após a da Essencis, onde o Dr. Walter Plácido, uma das maiores autoridades em Resíduos do País, afirma que o Aterro de Paracambi Essencis, será Classe I (Perigoso).

http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/compcom.nsf/e36c0566701326d503256810007413ca/b15689903432084e832574210055d0d3?OpenDocument

Nos próximos dias vamos ter mais uma audiência sobre a implantação de indústria de disposição final de lixo tóxico em Paracambi. Apenas para contribuir com a questão da vinda da ESSENCIS para nossa cidade, resolvi fazer uma busca no "Google". Quem tiver a curiosidade, dá uma lida nos "links" abaixo para saber o que nosso Prefeito e nossos vereadores estão querendo trazer de presente de final de mandato para Paracambi.

[Educação ambiental] Denuncia: Moradores de Magé - http://www.mail-archive.com/ambiental@grupos.com.br/msg01433.html

IAP multa Essencis em R$ 20 mil - http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/98574/

Audiência Pública na Alerj sobre a Essencis - http://www.andredopv.com.br/detalheNoticia.php?id=146

'Cheiro do lixo' do aterro sanitário da Essencis em Caieiras tem medidor na internet - http://www.mafiadolixo.com.br/default.asp?SECAO=26

http://www.mafiadolixo.com.br/default.asp?SECAO=26&SUBSECAO=0&EDITORIA=3942

Caieiras Receberá Mais Lixo? - http://www.caieiraspress.com.br/historia.php?acao=verMateria

http://www.caieiraspress.com.br/historia.php?acao=verMateria&id=807

Lixão da cavo: Terra do Rio Tietê vem para Caieiras -http://www.caieiraspress.com.br/historia.php?acao=verMateria&id=673

perigosos da empresa ESSENCIS, na cidade de Curitiba, Paraná. "molécula da morte - http://www.acpo.org.br/biblioteca/08_residuos/residuos_sp_sc.pdf

Erro! O nome de arquivo não foi especificado.

Cerca de 17 t de produtos químicos são removidas de laboratório -

http://www.revistaemergencia.com.br/novo/template/noticias.asp?codNoticia=3135

Meio Ambiente - Multa por transporte perigoso -

http://www.viaseg.com.br/noticia/4418-meio_ambiente__multa_por_transporte_perigoso.html

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Plenária do Fórum Nacional contra Privatização do Petróleo e Gás

Dia: 29/10, às 18h

Local:  Auditório do Sindipetro-RJ (Av. Passos, 34-centro do Rio)

Pauta:
1) Consolidação e Organização do Fórum

2) 10ª Rodada de Leilão, marcada para 18/12/08

Comitês contra a privatização do petróleo e gás começam a se organizar em vários estados e municípios. Seminários e debates se multiplicam. A luta, iniciada a partir de várias ações desenvolvidas, nos últimos anos, sobretudo pela militância dos movimentos sociais e sindicais do Rio de Janeiro, começa a se enraizar e a dar frutos. Esse contexto torna imprescindível a presença das companheiras e companheiros combativos na nossa plenária. Até lá!

Fonte: Agência Petroleira de Notícias (www.apn.org.br)

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sexta-feira, 24 de outubro de 2008

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Simpósio discute Jornalismo e Meio Ambiente. A cobertura é de 100 jovens educomunicadores

Jornalistas, gestores ambientais e educadores de todo o Brasil reúnem-se, entre 28 e 30 de outubro de 2008, em São Paulo, para discutir o tema da educação ambiental a partir da perspectiva da educomunicação. A proposta é do NCE – Núcleo de Comunicação e Educação da USP e do SESC- Vila Mariana que promovem, o VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação, com o tema Meio Ambiente, Jornalismo e Educomunicação. O evento contará com o co-patrocínio do Canal Futura, do International Institute of Journalism and Communication (Genebra, Suíça) e do Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e será realizado Rua Pelotas, 141, capital.

De acordo com Ismar de Oliveira Soares, da ECA/USP, coordenador geral do evento, o simpósio tem como objetivo aproximar comunicadores e educadores numa discussão sobre os melhores caminhos pra promover uma educação ambiental adequada aos paradigmas da Era da Informação.
Representando o Governo Federal, o Ministro Carlos Minc fará a palestra de abertura. Já o Ministério da Educação enviará Rachel Trajberg, que falará sobre a III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, uma ação conjunta do MEC e do MMA.
Entre os 45 conferencistas encontram-se Lúcia Araújo, Diretora do Canal Futura; André Trigueiro, da Globo News, Marcelo Leite, da Folha de São Paulo; Mathew Shirts, da Revista National Geographic; Herton Escobar, do Jornal O Estado de São Paulo; Paulo Lima, Revista Viração; Filomena Saleme, da Rádio Eldorado e Adalberto Marcondes, Diretor da Revista Digital Envolverde – Ambiente, Educação e Sustentabilidade. O evento contará, ainda, com Daniel Raviolo, sociólogo argentino e fundador da ONG Comunicação e Cultura, de Fortaleza, E, responsável por projeto de jornal em 1.200 escolas, possibilitando um mapeamento
dos problemas ecológicos do Nordeste elaborado por crianças e adolescentes da região, assim como Fábio Pena, da ONG Saúde e Alegria, de Santarém, PA, que faz uso da educomunicação na educação ambiental nas margens dos rios da Região Amazônica. A USP estará presente
através de professores como Eugênio Bucci (ECA), Marcus Sorrentino (ESALQ), Eda Tassari (Instituto de Psicologia), Pedro Jacobi e Sueli Furlan, ambos do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (Procam).

Mostras de documentários e atividades artísticas farão parte da programação, ao que se somará como uma série de workshops voltados à produção de documentários para Tv e de programa de rádio em escolas, bem como à mobilização multimediática em torno dos temas ambientais, com a presença de especialistas como Leonardo Menezes, do Globo Ecologia; Francisco Costa, do Ministério do Meio Ambiente e do Prof. Carlos Lima, Presidente do Comitê Gestor da Lei Educom, em São Paulo.

O simpósio contará com a cobertura jornalística, por parte de um grupo de 100 adolescentes de programas educomunicativos do NCE/USP e seus parceiros. As produções serão exibidas através da web-rádio e na programação do Canal Futura.

Um grupo de 100 adolescentes fará a cobertura educomunicativa do evento, com a assistência de 30 educomunicadores de organizações como o NCE/USP, o Canal Futura e o programa Nas Ondas do Rádio, da Prefeitura de São Paulo. As produções serão exibidas através da web-rádio e na programação do Canal Futura. Informações pelo telefone 5080 3142. Inscrições, com opções por atividades, pelo site www.sescsp.org.br.

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Niterói inaugura comitê da campanha “O petróleo tem que ser nosso!”

Fonte: Agência Petroleira de Notícias

( Veja fotografias da atividade.)

O movimento contra a privatização do petróleo e gás começa a se expandir. Na noite de terça, 21 de outubro, as organizações sociais de Niterói lançaram no teatro do DCE-UFF o comitê local da campanha “O petróleo tem que ser nosso”. O discurso oficial de lançamento foi proferido pelo diretor do Sindipetro-RJ Edson Munhoz.

A inauguração foi precedida pela exibição no DCE-UFF do filme Encontro com Milton Santos / O mundo global visto do lado de cá, de Sílvio Tendler. Mais cedo, diversas entidades e movimentos organizaram, na Praça Araribóia, no centro de Niterói, panfletagem e coleta de assinaturas para os abaixo-assinados pelo fim dos leilões do petróleo e re-estatização da Petrobrás, além do que reivindica a realização da Conferência Nacional de Comunicação. A aceitação para ambas as causas foi muito grande. Dezenas de listagens foram colhidas.
A próxima reunião do comitê Niterói do Fórum Nacional contra a Privatização do Petróleo e Gás ficou marcada para quinta, 30 de outubro, às 18h, na sala da diretoria do DCE. A idéia é que nessa reunião se debata a organização própria do comitê: periodicidade das reuniões, funcionamento, mobilização local e atividades.

Para mais informações do Comitê de Niterói, além de pegar panfletos, adesivos, listas de abaixo-assinado e outros materiais, entrar em contato com: José Carlos (Coordenador do Sindipetro-RJ) - 21-9963-3571 e Rafael Duarte (Agência Petroleira de Notícias) - 21-9879-8076.
www.apn.org.br

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segunda-feira, 11 de agosto de 2008

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Debate Sócio-Ambiental

Políticas públicas: o lixo e a coleta seletiva inclusiva.

O Fórum Lixo e Cidadania de Niterói e São Gonçalo convida candidatos ao Poder Legislativo para o debate que busca conhecer o que pensam e que compromissos assumem perante da população os possíveis vereadores.

Niterói precisa urgentemente dar fim ao lixão a fim de voltar a dar dignidade aos moradores do Caramujo. Porém é necessário que a solução escolhida garanta que os catadores tenham o seu trabalho reconhecido e valorizado pelo poder público municipal.

Tema: Políticas Públicas: o lixo e a coleta seletiva inclusiva

Data: 14 de agosto, quinta feira.

Horário: 19 horas

Local: Auditório da Câmara de Vereadores de Niterói

Av. Ernani do Amaral Peixoto nº 625 - Centro – Niterói

Presenças já confirmadas:

Moni Abreu, PV; Felipe Peixoto, PDT; Mário Grillo, PR e Manoel Martins, Psol

VENHA SABER O QUE PENSAM OS CANDIDATOS

Solicito divulgar

Antonio Oscar

(21) 2622-8509 / 8232-4561

Todos somos responsáveis pela geração de resíduos. Defenda e colabore com a coleta seletiva com inclusão dos catadores.

Enviado por: Moni "Sangue Verde" Abreu (zusselleh@yahoo.com.br)

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