segunda-feira, 3 de novembro de 2008

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Cursos do Aquecedor Solar de Baixo Custo (ASBC)

Para os que defendem a Sustentabilidade do Planeta Terra, taí uma dica prática e barata para uso doméstico da da energia solar!
Participe, aprenda, divulgue.

abs,
Sérgio Ricardo

Cara amiga, caro amigo, os cursos do Aquecedor Solar de Baixo Custo estão tendo êxito. Há cada vez mais instalações na nossa cidade, e mesmo antes do verão recibo ligações do tipo "o ASBC está aquecendo demais! Socorro!". Calma - ele tem auto-segurança e jamais passará de 60 graus.

Para facilitar a participação criei um novo formato: o curso compacto, de 8 horas e um dia só a um custo mais baixo. Tirei um pouco da gordura do conteúdo, mas ficou a parte principal incluindo a construção dos coletores.

Data: terça, 11 de novembro, dàs 8:30 às 17:30
Carga horária: 8 horas
Local: Lona Cultural Municipal da Ilha do Governador
Custo: R$ 100 (metade na inscrição, o resto no dia do curso)
Vagas limitadas - mais detalhes no site asbc-rio.com.br.

Saudações,
Hans Rauschmayer
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Cursos do Aquecedor Solar de Baixo Custo (ASBC)
Monitor da Sociedade do Sol no Rio de Janeiro
www.asbc-rio.com.br
Tel +55 (21) 2224-1997 / 9615-9812
hrauschmayer@transatlantic.com.br (e-mail e msn)
skype: hrauschmayer
O sol brilha para todos; vamos desfrutar dele!
Visite o site
asbc-rio.com.br

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sábado, 1 de novembro de 2008

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Metalúrgicos fecham rodovia para exigir que obras da Petrobrás fiquem no país

Cerca de cinco mil trabalhadores fecharam em ambos os sentidos, por quase três horas, a Rodovia Rio-Santos, na altura do km 469, em Angra dos Reis. Eles querem que a Petrobrás mantenha as obras da construção de plataformas no país. O protesto foi organizado pelos sindicatos dos metalúrgicos do Rio, Angra e Niterói.

O protesto também foi para denunciar as demissões que vêm ocorrendo. Neste momento, cerca de oito mil trabalham nos estaleiros de Angra, principalmente nas P-51 e P-52, porém a P-51 deve ser finalizada ainda este ano. Com isso, uma parte desses trabalhadores ficarão desempregados, caso nenhuma outra obra seja contratada.

Desde janeiro de 2003, 26 plataformas foram contratadas no exterior, com um custo de mais de 19 bilhões. Segundo o presidente do Sindicato de Angra, Paulo Ignácio, caso essas obras fossem feitas no Brasil, poderiam ser gerados até 40.000 empregos.

Segundo o presidente do Sindimetal/Rio, Alex Santos, “a demanda da construção de novas plataformas e navios é grande no país, sendo o Rio de Janeiro o maior pólo de construção naval do país”.

No começo do mês, a P-51, a primeira plataforma semi-submersível construída integralmente no Brasil, chegou a ser batizada pelo presidente Lula. A unidade conta com o conteúdo local acima de 75% de bens e serviços adquiridos de fornecedores nacionais.

No próximo sábado (1º), os metalúrgicos pretendem ter um encontro com o governador Sérgio Cabral em Angra dos Reis. Eles querem cobrar o apoio de Cabral para manter a construção das plataformas no Brasil.

Denúncia na Câmara dos Deputados

Nesta quarta-feira (29), o deputado federal Edmilson Valentim, que é presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Indústria Marítima, fez um discurso na Câmara dos Deputados registrando o protesto dos trabalhadores. “Há uma preocupação de que haja uma mudança na postura adotada pela Petrobrás durante o governo Lula. Até então, a Petrobrás adotou uma posição mais pró Estado, defendendo os interesses que beneficiam a sociedade brasileira e não apenas o do capital ou de seus acionistas”, disse o parlamentar.

Edmilson disse ainda que “apesar do impacto altamente positivo que a construção em território nacional destas embarcações vem trazendo ao país, a direção da Petrobrás optou por um formato de contratação e licitação que tem beneficiado os grandes estaleiros internacionais. Mais recentemente, a licitação para construção da plataforma P-57 foi vencida pelo estaleiro Single Buoy Mooring (SBM). Segundo informações divulgadas pela empresa, apenas uma parte da construção poderia ser feita no Brasil. Em termos financeiros, significa um pouco mais de US$ 85 milhões investidos aqui, contra US$ 1 bilhão e 300 milhões do custo total da obra”.

Fonte: Alerta Rio

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JUSTIÇA CANCELA AUDIÊNCIA PÚBLICA

JUSTIÇA CANCELA AUDIÊNCIA PÚBLICA QUE PRETENDIA AUTORIZAR A CONSTRUÇÃO DE MEGA-DEPÓSITO DE LIXO QUÍMICO E INDUSTRIAL EM PARACAMBI QUE COLOCARIA EM RISCO

O RIO GUANDU QUE ABASTECE 8 MILHÕES DE PESSOAS NO GRANDE RIO

 

Hoje à noite (dia 30/10) a Juíza de Paracambi, Dra. Luciana Fiala de Siqueira Carvalho, deferiu favoravelmente 2 Ações Populares Ambientais impetradas pelo ecologista Sérgio Ricardo e pela ONG Quinto Elemento e cancelou a Audiência Pública convocada pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente, FEEMA e CECA para licenciar a implantação de mega-depósito de lixo químico e industrial de propriedade da empresa Essencis a ser instalado no Município de Paracambi, na bacia hidrográfica do Rio Guandu, colocando em risco e vulnerável o abastecimento de 8 milhões de pessoas na Região Metropolitana do Rio de Janeiro e na Capital (Rio de Janeiro).

 

A Juíza concluiu que o processo de licenciamento ambiental da Essencis não salvaguardava os interesses da sociedade e que houve pouca publicidade na divulgação dos estudos técnicos do projeto, o que limitava a participação da comunidade na audiência. Também avaliou que não houve prévia consulta ao Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Guandu e nem ao Conselho Gestor da APA do Guandu, que são órgãos de gestão colegiada; e que também não foram realizados o estudo de Sinergia previsto na lei estadual No. 3111, que são obrigatórios antes da concessão da licença.

 

Em sua decisão que suspendeu a audiência prevista para hoje, às 19hs, no Cine Imperial de Paracambi, a Juíza afirma ainda que o empreendimento industrial por seu potencial poluidor afetará a saúde e colocará em risco o abastecimento de água para grande parte da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A liminar obriga ainda o governo do estado e a empresa a realizarem audiências públicas, tantas quantas forem necessárias, nos diversos municípios da bacia drenante do Rio Guandu: Rio, Nova Iguaçu, Seropédica, Paracambi, Queimados, Japeri, Paulo de Frontin, Miguel Pereira, Mendes etc.

 

A mega-lixeira industrial (aterro), com investimento projetado de R$ 18 milhões, está projetada em plena área de influência da APA- Área de Proteção Ambiental do RIO GUANDU, e tem capacidade de disposição de 2 milhões de m3 de resíduos, com disposição anual de 10 mil toneladas/ano.

 

Uma multidão de moradores estava presente hoje no cinema da cidade, a maioria se manifestando contra a construção do depósito de lixo perigoso na cidade. Os autores das ações judiciais alegam que é ilegal e inapropriado tecnicamente a instalação numa área de manancial e APA de uma central de tratamento de RESÍDUOS INDUSTRIAIS CLASSE I PERIGOSOS, compreendendo ainda unidade de blendagem de resíduos para destinação em co-processamento, aterro industrial classes IIa e IIb, unidade de tratamento de efluentes líquidos, unidade de biopilha e galpão de estocagem de resíduos industriais.

 

O município de Paracambi tem população de aproximadamente 40 mil habitantes e encontra-se em uma área de várzea incrustada na Serra do Mar, contribuindo em sua rede de drenagem com o Rio dos Macacos um dos mais importantes rios tributários do Ribeirão das Lages, que vem a ser o principal rio tributário da Bacia do Rio Guandu, responsável pelo abastecimento de 8 milhões de habitantes da região metropolitana do Rio de Janeiro. Além disso, o município de

Paracambi está inserido na área de abrangência da APA - Área de Proteção Ambiental do Rio Guandu, no limite das regiões da Baixada Fluminense com a Região do Centro Sul Fluminense.

 

 

Paracambi mantêm grande parte de seu território com vocação Rural e principalmente com áreas de grande importância para o Ecoturismo Regional, principalmente no que tange ao desenvolvimento de atividades de esporte de aventura.

 

Próximo à área do Parque Industrial de Paracambi, no Município de Seropédica, encontra-se a Unidade de Conservação FLORESTA NACIONAL MÁRIO XAVIER, na antiga estrada RIO/SÃO PAULO - Km 51- SEROPÉDICA - R.J;

 

De acordo com o ecologista Sérgio Ricardo, fundador e ex-membro do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Guandu, “há risco real ao abastecimento público da Região Metropolitana e da Capital (Rio de Janeiro) com a possível instalação de um mega depósito de lixo químico nas proximidades do Rio Guandu. Caso ocorra algum acidente os impactos seriam irreversíveis, com ameaças ao abastecimento de água potável e, portanto, à vida de milhões de pessoas. É uma irresponsabilidade os órgãos ambientais do estado (FEEMA, CECA e da Secretaria Estadual de Meio Ambiente) sequer cogitarem a hipótese de autorizar a construção desta poluidora lixeira industrial numa região considerada Área de Proteção Ambiental (APA do RIO GUANDU) e em área de manancial. A cidade de Paracambi não tem parque industrial significativo, pelo contrário é uma região de perfil essencialmente rural. Por isso, considero esta escolha locacional equivocada é um ato de Racismo Ambiental já que os governantes e uma grande empresa poluidora escolheram sem critérios técnicos transparentes e democráticos este município para ser transformado na lixeira industrial da Região Metropolitana.

 

O projeto da Essencis também prevê que Paracambi receberá lixo industrial das zonas industriais da cidade do Rio de Janeiro, da Baixada Fluminense, do Médio Paraíba (RJ), do Vale do Paraíba paulista, da Região Metropolitana de SP e da Grande Belo Horizonte, sendo que estas regiões brasileiras correspondem a cerca de 60% do volume de geração de resíduos tóxicos no país!

 

Isso vai condenar esta cidade a ser vista eternamente como um grande cemitério de lixo químico, altamente perigoso e danoso à saúde pública. Paracambi não pode ser transformada na lixeira industrial da Região Metropolitana, não queremos uma nova de Cubatão em nosso estado!”, alerta.

 

 

Já o Prof. Felipe da Costa Brasil, Agrônomo e Coordenador de cursos na área ambiental em Vassouras, destaca “a vulnerabilidade ambiental da região em especial dos corpos hídricos, como os rios do Macaco e o guandu, bem como o Sistema Ribeirão das Lages. A vocação das cidades da região é para o Ecoturismo, o turismo rural, a agricultura agrecológica e a produção de alimentos para os centros urbanos. É um grande equívoco instalar um grande depósito de lixo químico numa cidade que nunca teve característica de área industrial. Há graves riscos à saúde e aos corpos hídricos, afirma.

 

 

EMPREENDIMENTO TEM HISTÓRICO DE ILEGALIDADES:

 

A Resolução CONAMA 01/86 determina que qualquer licenciamento de IMPACTO REGIONAL que exija EIA/RIMA deverá ser amplamente debatido com a população das áreas de influência direta e indireta do empreendimento, quantas vezes for necessário. Só após o convencimento da sociedade é que o órgão ambiental poderá autorizar a liberação da LP.

 

O que ocorre, é que existem algumas questões importantes que devem ser esclarecidas e questionadas sobre este pedido de Licença, como por exemplo, a grande insistência dos gestores públicos municipais em aparelhar o município de Paracambi com empresas de natureza suja e poluidora há mais de 5 anos.

 

Inclusive tendo revogada pela maioria dos vereadores, sem ouvir a população, uma Lei municipal que até os 2 últimos anos não permitia a entrada deste tipo de empreendimento no município. Lei esta que foi referência Nacional para outros municípios ameaçados por depósitos de lixo químico e industrial.  Sabe-se que existe uma histórica luta no Brasil entre os moradores de Curitiba e Magé contra esta mesma empresa, e que a mesma já tentou por inúmeras vezes se instalar em Seropédica e Paracambi, não obtendo êxito, sendo amplamente

combatida por representações importantes da Sociedade Civil organizada.

 

Até hoje não foi aprovado pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente o Plano de Manejo desta APA, que com certeza não irá permitir este tipo de empreendimento: o Conselho Gestor da APA, que a exemplo de outros similares deveria ter a participação dos moradores e movimentos sociais, nunca saiu do papel!.

 

 

A Audiência Pública está causou um grande transtorno na cidade, com um grande clamor público contrário ao Licenciamento no Município, uma vez que os impactos positivos propostos estão baseados em promessas de empregos (o que sabemos não ser o ideal, uma vez que a mão-de-obra absorvida de Paracambi seria irrisória) e o recebimento de parte do Lixo da cidade por um período de 4 anos, o que é um absurdo! O Aterro Sanitário prometido desde 2003, e o encerramento do LIXÂO da Cidade, que dobrou de volume nos últimos 5 anos não foram realizadas pela Prefeitura.

 

 

A população está revoltada porque a menos de 2 anos, estiveram todos reunidos em uma Audiência Pública para o licenciamento do Aterro Sanitário de Paracambi (Que tem a LP concedida pela CECA/FEEMA), onde foram prometidos mundos e fundos, e nada saiu do papel. Sabe-se inclusive que foi ventilada a vinda de um aterro coletivo (4 municípios) para a cidade.

 

 

Também há dois anos o Deputado Dionísio Lins - PP, solicitou uma Audiência Pública ao Deputado André do PV (Presidente da Comissão de Meio Ambiente da ALERJ), para discutir a intenção da empresa Essencis em se instalar em Paracambi.

 

Na audiência pública, ficou constatada a indignação de vários moradores, técnicos e ecologistas e por diferentes autoridades do setor ambiental sobre a escolha da empresa por Paracambi. O deputado André do PV, inclusive se comprometeu a realizar uma vistoria na sede da empresa em Magé, e uma Audiência Pública em Magé e outra em Paracambi, que não foram realizadas. Desta maneira, os trabalhos da Comissão de Defesa do Meio Ambiente ainda não foram concluídos, o que poderá ser visto na ATA da Audiência pública publicada nos ANAIS da ALERJ.

 

VAMOS NOS MOBILIZAR PARA IMPEDIR MAIS ESTE CRIME ECOLÓGICO E CONTRA A SAÚDE

PÚBLICA!

 

Maiores informações:

Ambientalista Sérgio Ricardo – Tel. (21) 9734-8088

Prof. Felipe Brasil – Tel. (21) 9359-0051

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2ª Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras

Convite_abertura

Realizadores do documentário ‘Quilombo’, rodado em Casimiro de Abreu, e a presidente da Fundação Cultural do município, Sônia Cardoso, participarão de debate durante a 2ª Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras

Após o debate, dois curtas e um longa serão exibidos para o público

O feriado de 20 de novembro, Dia da Consciência Negra – terá uma programação especial dentro das atividades da 2ª Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras. Nesse dia, às 17h00, haverá um debate aberto ao público, com a equipe de realização do documentário Quilombo, gravado no município de Casimiro de Abreu. A presidente da Fundação Cultural de Casimiro de Abreu, Sônia Cardoso, também participará, comentando as ações culturais promovidas pela administração pública na cidade, com ênfase para os projetos relacionados ao audiovisual, uma vez que Casimiro tem hoje, funcionando plenamente, uma sala de cinema, a qual leva o nome de um dos mais ilustres representantes da cinematografia nacional; o chamado ‘pai do cinema brasileiro’, Humberto Mauro.

Após o debate, o público assistirá os curtas Giro São Lázaro, dirigido por Marise Berta e produção da TV da Faculdade de Tecnologia e Ciências da Bahia, e o documentário Agenda socioambiental de comunidades quilombolas do Vale do Ribeira, produção finalizada este ano, realizada através do Instituto Socioambiental e ISA – Programa Vale do Ribeira.

Encerrando a sessão de filmes, será exibido o longa-metragem Para ver a umbanda passar, produção do Paraná (Curitiba), lançada ano passado. O filme de Luciano Coelho baseia-se na pesquisa “Pra ver a umbanda passar: do esquecimento à lembrança – levantamento e mapeamento dos terreiros umbandistas em Curitiba, como elementos construtivos da memória cultural da cidade”. O documentário acompanha o trabalho de oito centros umbandistas de Curitiba, retratando suas diferenças, identidades e um pouco da história de vida de seus líderes.

O filme Quilombo

O documentário tem como base a pesquisa monográfica da historiadora da Fundação Cultural Casimiro de Abreu, Renata Azevedo Lima, intitulada “Quilombos: a resistência escrava no Rio de Janeiro do século XIX”. A pesquisa reúne um conjunto de fontes primárias encontradas na Biblioteca Nacional (RJ), Arquivo Pró-Memória de Nova Friburgo e Associação Friboug-Nova Friburgo (Suíça), provando que houve quilombos em Casimiro de Abreu, pelo menos na década de 1820.

Segundo a historiadora, “o projeto visa divulgar a existência de quilombos no município de Casimiro de Abreu, analisando o impacto deste tipo de resistência escrava na sociedade brasileira do século XIX. A importância desta temática é constatada na relevância do estudo da escravidão na História do Brasil. Cerca de 350 anos da nossa história, ou seja, três quartos dela ocorreram sob a vigência da escravidão, que deixou marcas profundas nas instituições sociais de hoje”.

Na equipe de realização do filme estão: Nina Tedesco, cineasta formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF), mestranda do Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Geografia da Universidade Federal Fluminense; Jaqueline Fernandes, historiadora e professora de história formada pela UFF, Daniel Teixeira, professor de história da rede estadual de ensino do Rio de Janeiro e historiador formado pela UFF, mestrando do programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), e Joyce Martins, estudante de graduação de Matemática da Universidade Federal Fluminense.

Leia a sinopse do filme Quilombo

O filme investiga uma localidade na região serrana do município de Casimiro de Abreu (RJ) chamada “Quilombo”. O acesso é difícil, estrada de chão sinuosa e esburacada, com altitude mínima de cerca de 700m, abundância de água e terra fértil. Chegando lá, não encontramos nenhum negro, apenas descendentes de colonos suíços. A questão 'o nome do local tem relação com o passado de resistência dos escravos?' é o fio condutor do filme, que reúne entrevistas com moradores e ex-moradores do Quilombo, moradores da cidade de Casimiro e historiadores, além de belíssimas imagens da natureza do local, imagens de mapas e manuscritos sobre a região, produzidos no início do século XIX, e ruínas arqueológicas.

O debate e a exibição dos filmes serão realizados na Praça São Pedro, no Centro.

Toda a programação da 2ª Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras tem entrada franca e censura livre.

Participe!

Acompanhe nossos informativos ao longo deste mês.

Mais informações www.mfaero.blogspot.com

2ª Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras

Realização

Associação Cultural Cinema Popular Brasileiro

Apoio

Universidade Federal Fluminense (UFF), Pólo Universitário de Rio das Ostras (PURO), Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) e Prefeitura de Rio das Ostras.

Apoio Cultural

Restaurante Picanha da Praia

Pousada das Tartarugas

Rancho da Pedra

Padaria Encanto da Lagoa

Yes Cosméticos Rio das Ostras

ProMark Comunicação Visual

Gráfica Systema RO

Papelaria Principal

Gráfica do Clube.

Parceiros

CineRitz Holiday

Shopping Holiday

Núcleo Artes, Terapias e Ofícios

Oficina de Fotografia Papo Fotográfico

Fundação Cultural de Quissamã

Fundação Cultural Casimiro de Abreu

Secretaria Municipal de Cultura de Macuco

Divulgação

Correio Regional Online

Jornal da Cidade

Participe!

Um abraço

Leonor Bianchi

ImprensaBR Assessoria de Comunicação

imprensabr@gmail.com

22 99039733

229987-6908

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Plenária contra a privatização do Petróleo e Gás define agenda de atividades até 18 de dezembro

Fonte: Agência Petroleira de Notícias (www.apn.org.br)
Com a participação de inúmeras entidades, a Plenária do Fórum contra a Privatização do Petróleo e Gás avaliou, no último dia 29/10, que a Campanha “O petróleo tem que ser nosso” está entrando em nova fase, onde todos os esforços devem estar dirigidos para a construção de uma grande unidade nacional e a multiplicação dos comitês, nos estados e municípios, que darão um novo fôlego e uma nova dinâmica à campanha.
Nesse sentido, a expectativa é de que o Fórum contra a Privatização do Petróleo e Gás, que desencadeou esse processo de resistência popular, reivindicando o fim dos leilões e a elaboração de uma nova lei do petróleo, transforme-se num Comitê estadual, que integrará um Comitê de abrangência efetivamente nacional.

Hoje já se constituem vários focos de resistência, contra a entrega do nosso petróleo e gás aos oligopólios internacionais, em vários estados brasileiros. A proposta é unir e estruturar nacionalmente todas essas iniciativas. Com esse objetivo, representantes do Fórum instalado no Rio de Janeiro, que opera nas instalações do Sindicato dos Petroleiros, estarão em São Paulo , no próximo dia 17 de novembro, reunindo-se com a direção nacional do MST, Conlutas, CUT, Intersindical, Assembléia Popular, Jubileu Sul, Consulta Popular, Jornal Brasil de Fato, Via Campesina, dentre outras entidades, visando à construção do Comitê nacional.

A defesa da soberania nacional e das riquezas do pré-sal, que devem ser exploradas tendo em vista os interesses do povo brasileiro, é hoje uma bandeira que une os mais diferentes segmentos da população, além de nacionalistas, social-democratas, anarquistas, socialistas e todos aqueles que têm responsabilidade com o presente e o futuro do Brasil. Uma das idéias é articular um movimento semelhante à vitoriosa campanha contra a ALCA – Área de Livre Comércio das Américas, que culminou com um plebiscito popular, envolvendo a participação de escolas, igrejas, associações de moradores, sindicatos,  em que milhões de brasileiros se manifestaram contra a sua criação.

A coordenação provisória do Fórum contra a Privatização do Petróleo e Gás se reunirá na segunda, 3/11, para aprovar um calendário de lutas até a grande atividade que deverá ocorrer no dia 18 de dezembro, em protesto contra a 10ª Rodada de Licitação do Petróleo, promovida pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Fonte: www.apn.org.br

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